- Blake Lively e Justin Baldoni fecharam acordo extrajudicial em processo por assédio envolvendo as filmagens de É Assim que Acaba.
- A conciliação evita o julgamento civil marcado para maio, no qual seriam ouvidas as acusações de assédio sexual e retaliação.
- Lively abriu a ação em dezembro de 2024 contra Baldoni, a Wayfarer Studios e outros, buscando indenização por assédio, difamação e invasão de privacidade.
- Baldoni negou as acusações, disse ter tratado rapidamente as preocupações da atriz e afirmou ter direito a usar uma empresa de gestão de crises após ter sido difamado.
- O juiz Lewis Liman já havia rejeitado parte das acusações de assédio apresentadas por Lively em 2 de abril.
Blake Lively e Justin Baldoni chegaram a um acordo extrajudicial para encerrar o processo movido pela atriz contra o diretor e outros envolvidos nas filmagens de É Assim que Acaba. A conciliação evita o julgamento civil, marcado originalmente para maio, onde as partes deporiam sobre as acusações de assédio sexual.
A ação, iniciada em dezembro de 2024, envolvia Baldoni, sua produtora Wayfarer Studios e outros, com Lively buscando indenização por suposto assédio, difamação, invasão de privacidade e violações de direitos civis. A atriz afirmou que o ambiente na produção foi sexualmente inadequado e que houve campanha difamatória para silenciá-la.
Acordo alcançado
Segundo a produtora de Baldoni, o acordo foi fechado na segunda-feira (4). Com a conciliação, as partes evitam o julgamento civil que estava previsto para 18 de maio, com depoimentos pendentes sobre alegações de retaliação. Baldoni dirigiu e atuou no filme; Lively é conhecida por Gossip Girl.
Baldoni negou as acusações e afirmou ter tratado rapidamente as preocupações levantadas pela atriz. O diretor também disse ter direito de contratar uma empresa de gestão de crises após, segundo ele, ter sido difamado publicamente por Lively. O juiz Lewis Liman chegou a rejeitar parte das alegações de assédio em abril.
Desdobramentos e histórico
O caso ganhou atenção após a divulgação pública em dezembro de 2024 e cobertura de veículos como The New York Times, que descreveu os desdobramentos como parte de uma máquina de difamação em Hollywood. Liman também rejeitou ações de Baldoni contra Lively e contra Ryan Reynolds, o marido da atriz, por difamação.
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