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Exposição do Met iguala moda à arte egípcia no novo Costume Institute

Costume Art alinha duzentas peças com duzentas obras, destacando diversos corpos; inaugura nova galeria do Instituto de Moda, gerando debate sobre patrocínio

The institute’s new home is a 12,000 sq ft gallery space off the museum’s Great Hall.
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  • A mostra Costume Art, do Costume Institute do Met, une 200 peças de vestuário e 200 obras da coleção em uma reflexão sobre diferentes tipos de corpos.
  • Espaço de 12.000 sq ft, chamado Condé Nast Galleries, foi inaugurado como nova casa do instituto, em posição de destaque próximo ao Great Hall.
  • A curadoria, liderada por Andrew Bolton, organiza a exposição em 13 “tipos de corpo” temáticos, começando pelo corpo nu.
  • A mostra destaca corpos sub-representados, como o Corpo Corpulento e o Corpo Deficiente, com manequins em pedestais e peças de designers contemporâneos.
  • A abertura coincide com o Met Gala, com a sponsorship de Jeff Bezos e Lauren Sánchez; Anna Wintour elogia Sánchez Bezos e comenta o impacto econômico do evento na cidade.

A metaexpansão do Costume Institute do Metropolitan Museum of Art ganhou um novo espaço para os desfiles de moda. A exposição Costume Art une 200 roupas e acessórios a 200 obras da coleção do museu, inaugurando no mesmo dia do Met Gala e no novo auditório Condé Nast Galleries, em Nova York. A mostra propõe repensar hierarquias entre arte e moda, destacando o corpo humano como tema central.

A presidente do conselho e editora-chefe de moda, Anna Wintour, participou da abertura ao lado de designers, curadores e artistas. O evento de estreia ocorre em meio a controvérsia envolvendo o patrocínio do gala por Jeff Bezos e Lauren Sánchez, que alimentou debates sobre financiamento de artes.

Sobre a exposição

A curadoria, sob a liderança de Andrew Bolton, organiza a mostra em 13 tipos de corpos, partindo do corpo nu. O primeiro espaço exibe peças e gravuras que contrapõem o vestuário a imagens de Adam e Eva, estimulando nova leitura sobre o corpo na moda.

Temas e desdobramentos

Entre os destaques, a seção Corpo Abstracto reúne vestidos de Comme des Garçons com silhuetas distorcidas ao lado de esculturas de Weber, Arp e Moore. A área Corpo Corpulento junta roupas de Michaela Stark a uma Vênus grega em mármore.

Diversidade corporal

A parte Corpo Deficiente traz manequins estilizados para enfatizar diversidade, incluindo uma réplica de campanha com Sinéad Burke, vestindo casaco modificado pela fotógrafa Tim Walker. Todos os manequins ficam em plataformas elevadas para reforçar o conceito de pedestalização.

Outras leituras de tempo

Outros conjuntos trabalham com temas como Corpo Mortal e Corpo Envelhecido, combinando vestuário com obras de arte que sugerem envelhecimento, anatomia e permanência do corpo na memória cultural. A curadoria enfatiza surpresa e estranheza ao lado da beleza.

Met Gala e reflexos locais

A prévia de imprensa antecede o Met Gala de lançamento, com presença de Sánchez Bezos. A presidente do conselho reiterou a importância de financiamento para a arte e a vitalidade da cidade, destacando o efeito econômico de eventos culturais sobre comércios locais.

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