- O Met Gala deste ano teve exposição em uma nova galeria dedicada, com o lema “fashion is art”.
- A organização arrecadou um total recorde de $42 milhões.
- Beyoncé voltou ao evento pela primeira vez em dez anos, atuando como copresidente da noite.
- A cobertura também destacou a reação negativa aos doadores Jeff Bezos e Lauren Sanchez Bezos.
O Met Gala deste ano foi marcado por um tom audacioso, com a proposta “fashion is art” em evidência. A festa ganhou uma exposição em uma nova galeria dedicada, ampliando o espaço para as atividades do evento. Foram levantados 42 milhões de dólares, superando recordes anteriores, segundo a organização.
Beyoncé retornou ao evento, atuando como co-presidente da noite, conforme a programação divulgada. A presença da artista foi destaque da cobertura, que enfatizou a curadoria e as inovações visuais propostas pelo conjunto de atrações.
A dinâmica do evento ganhou contornos de debate público ao redor dos patrocinadores. Críticas passaram a recair sobre a participação de Jeff Bezos, fundador da Amazon, e de Lauren Sanchez Bezos, esposa dele, com a controvérsia centrada na origem dos recursos e no papel de grandes empresas no formato do gala.
Controvérsia sobre patrocinadores
A tensão envolvendo os patrocinadores ganhou espaço na pauta local e entre seguidores da cerimônia. Fontes associadas ao evento indicaram que a repercussão se deu pelo contraste entre a proposta artística da edição e a participação de magnatas ligados a grandes empresas.
Não há detalhes de data, local ou revelou-se o escopo exato das declarações de representantes dos organizadores no material fornecido. O texto permanece focado nos fatos já confirmados: a exibição, o montante arrecadado e o retorno de Beyoncé ao evento.
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