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Met Gala marca retorno de Beyoncé, reforçando seu status artístico

Apesar de boicotes e controvérsias sobre patrocínio de Jeff Bezos, Met Gala reforça relevância global com o retorno de Beyoncé

Beyoncé no Met Gala 2026, realizado no Metropolitan Museum of Art, em Nova York, em 4 de maio
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  • Met Gala 2026, realizado no Metropolitan Museum of Art em Nova York em 4 de maio, contou com o retorno de Beyoncé como uma das anfitriãs após uma década.
  • Houve campanha de boicote ligada a Jeff Bezos e críticas ao patrocínio da festa, realizada pelo grupo Everyone Hates Elon, que ressaltou desigualdade e condições de trabalho na Amazon.
  • O tema da edição foi “Costume Art” e o dress code “Moda É Arte”, incentivando looks que exploram a moda como forma de arte e referência a pintores e obras.
  • Beyoncé comandou uma participação marcante com look inspirado em esqueleto e joias, em parceria com Givenchy, acompanhada pela filha Blue Ivy; outras anfitriãs e convidados apostaram em várias interpretações do tema.
  • A cobertura também destacou a atuação de Anna Wintour na organização, a inauguração das novas galerias Condé Nast e a presença de nomes como Rihanna, Emma Chamberlain, Doja Cat, Janelle Monáe e Madonna, entre outros.

O Met Gala deste ano manteve sua liderança no circuito da moda, mesmo diante de uma campanha de boicote ligada a Jeff Bezos. O evento, realizado no Metropolitan Museum of Art, em Nova York, ocorreu em 4 de maio e reforçou a ideia de moda como arte, com looks funcionais como esculturas.

A mobilização do grupo Everyone Hates Elon buscou associar o baile a desigualdade econômica e condições de trabalho na Amazon. Mesmo assim, a presença de Beyoncé, anfitriã retornando após uma década, ampliou a repercussão e consolidou o papel do evento como vitrine global do setor.

Anfitriãs e looks marcantes ganharam destaque, com a participação de Beyoncé associada a Givenchy. O vestido com estrutura de esqueleto e joias reforçou a proposta de tratar o corpo como objeto artístico, em sintonia com o tema da noite.

Contexto e tema

O tema central foi Costume Art, que une moda a diferentes formas de expressão artística. A exposição do Costume Institute explorou representações e identidades diversas, incluindo corpos gestantes e pessoas com deficiência, ampliando o debate sobre inclusão.

O dress code, Moda É Arte, abriu espaço para leituras que vão do literal ao performativo, com referências a pintura e história. A relação entre patrocinadores e desfiles também chamou atenção, com Yves Saint Laurent entre as marcas apoiadoras.

Anfitriãs e desfiles

Beyoncé, acompanhada pela filha Blue Ivy, foi ovacionada ao chega. Outras anfitriãs tiveram trajetórias distintas: Nicole Kidman vestiu Chanel em vermelho com brilho, e Venus Williams escolheu um vestido com elementos de Swarovski.

Janelle Monáe chamou atenção ao usar Christian Siriano, explorando tecnologia e materiais orgânicos. Emma Chamberlain vestiu Mugler com pintura à mão, transformando o corpo em tela artística, e recebeu elogios pela ousadia.

Desdobramentos e manutenção da relevância

O evento manteve o equilíbrio entre espetáculo e propósito institucional, sob a gestão de Anna Wintour. A inauguração de novas galerias Condé Nast simbolizou a continuidade da relação entre moda, museu e finanças.

Rihanna apareceu no fim da noite com um visual dourado, bordado e capa circular, alinhado ao tema proposto. No conjunto, o Met Gala permaneceu como referência central da indústria, independentemente de controvérsias ou críticas públicas.

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