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Atriz revela motivos de fim de namoro com colega de Entourage

Sigler revela que diagnóstico de esclerose múltipla levou ao fim do namoro com Jerry Ferrara; ele foi apoio e merecia mais

Jerry Ferrara e Jamie-Lynn Sigler em 'Entourage: Fama e Amizade' — Foto: Divulgação
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  • A atriz Jamie-Lynn Sigler, de 44 anos, revisita em seu livro o breve namoro com Jerry Ferrara, seu colega de Entourage: Fama & Amizade.
  • O relacionamento durou cerca de um ano e começou a partir de encontros no set da série, quando passaram a levar o romance a sério.
  • Sigler revela ter sido diagnosticada com esclerose múltipla, decisão que ela decidiu compartilhar com Ferrara para que soubesse o que viria pela frente.
  • Ela diz que ele foi seu apoio e seu “professor”, ajudando-a a ver a atuação com mais alegria e a não se deixar levar pela ansiedade.
  • O casal chegou a cogitar morar junto e formar uma família, mas a doença avançou, houve conflitos e terminaram em 2009; ela afirma que ele merecia mais.

Jamie-Lynn Sigler revela em seu livro os motivos que levaram ao fim do namoro com Jerry Ferrara, colega de Entourage. O relacionamento ocorreu após se conhecerem no set da série Entourage: Fama & Amizade (2004-2011). O romance durou cerca de um ano.

A atriz, de 44 anos, lembra que o casal rapidamente entrou no ritmo de um relacionamento sério. O momento de intimidade coincidiu com o diagnóstico de esclerose múltipla, tema que ela decidiu abordar de forma direta com Ferrara.

Ela afirma que, naquela fase, precisava de transparência sobre a doença. Ferrara não hesitou: disse que ficaria ao lado dela. Sigler descreve o apoio dele como essencial para enfrentar a doença sem perder a alegria na atuação.

O papel do apoio durante a doença

Segundo a atriz, Ferrara tornou-se seu apoio e professor, ajudando a ver a atuação com mais prazer, mesmo diante da ansiedade. Sigler afirma que ele a ensinou que quem ama não abandona alguém que desmorona.

Ela conta que a relação enfrentou situações provocadas pela progressão da doença, como episódios de incontinência. Mesmo assim, o relacionamento foi marcado pela empatia e pelo cuidado mútuo, segundo o relato.

A convivência ficou difícil com a piora dos sintomas, levando a discussões frequentes. Sigler admite ter provocado brigas para poupá-lo do que enfrentava, temendo arrastar o parceiro para uma espiral de depressão.

Desfecho e leitura do relato

Sobre o término, ocorrido em 2009, a atriz conclui que Ferrara era “bom demais” para aquilo e que ele merecia mais. Sigler afirma que a decisão não foi simples, mas necessária diante do quadro de saúde.

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