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EJAE relata depressão após ser considerada ‘velha demais’ para o K-pop

EJAE revela depressão após ser considerada velha demais para debutar no K-pop; caminho artístico a levou ao Oscar de Melhor Canção Original

Ejae no tapete vermelho do Oscar 2026
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  • EJAE, 34, afirmou ter enfrentado depressão após ser considerada velha demais para debutar no K-pop.
  • Foi aceita por uma grande gravadora aos 11 anos e, aos 22, recebeu a informação de que já havia ultrapassado a idade ideal para debutar.
  • A rejeição da indústria afetou sua saúde mental, levando-a a seguir como compositora e buscar novos caminhos.
  • O reconhecimento veio com a música “Golden”, pela qual recebeu o Oscar de Melhor Canção Original em março deste ano.
  • A cantora ganhou notoriedade mundial ao emprestar a voz à personagem Rumi em “Guerreiras do K-pop” (Netflix, 2025).

EJAE, cantora e compositora de 34 anos, relatou que enfrentou depressão após ser desestimulada a seguir a carreira de idol no K-pop. A artista abriu o relato em entrevista publicada pelo The New York Times, destacando o impacto emocional no período.

Segundo EJAE, começou a carreira ao ser aceita por uma grande gravadora sul-coreana aos 11 anos, com planos de se tornar uma estrela por volta dos 18. Ao longo do treinament o rigoroso regime incluía canto, dança, atuação e idiomas.

A cantora explicou que, aos 22, recebeu a notícia de ter excedido a idade considerada ideal para debutar, o que, conforme descreveu, foi visto pela indústria como um ponto decisivo para encerrar o caminho de idol.

Após essa fase, EJAE passou a direcionar seu trabalho à composição. O movimento a levou a encontrar novo reconhecimento mundial ao interpretar a personagem Rumi na animação da Netflix Guerreiras do K-pop, lançada em 2025.

Reconhecimento e viradas na carreira

A música Golden, pela qual EJAE foi premiada com o Oscar de Melhor Canção Original em março deste ano, marcou a virada em sua trajetória. Sobre a vitória, a artista comentou que o momento foi intenso, como um flashback de toda a vida ao atravessar o corredor para receber o troféu.

A premiação também evidenciou uma mudança de foco na carreira de EJAE, que passou a atuar como compositora e interprete fora do circuito de idol tradicional. A reportagem ressalta a importância de reconhecer trajetórias que mudam de rumo no universo musical.

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