- Um leilão beneficente reúne obras de Sebastião Salgado, João Farkas e outros artistas para financiar a Casa das Artes, em São Paulo.
- O projeto, promovido pela Escola Livre Areté, pretende edificar salas de música, orquestra, marcenaria e um auditório para 150 pessoas.
- O catálogo valoriza diversidade, incluindo obras afro-brasileiras e indígenas; parte das peças é dedicada à temática da mulheridade indígena e a imagens de comunidades tradicionais.
- Metade do valor arrecadado dessas obras de artistas negros e indígenas será destinada aos autores, e a outra metade à instituição; o projeto arquitetônico foi doado por Daniel Corsi.
- O leilão já aceita pré-lances na plataforma iArremate (valores entre R$ 2.500 e R$ 85.000) e o pregão final ocorre no dia 16 de maio, às 15h30, com transmissão online.
Um leilão beneficente reúne obras de artistas consagrados e emergentes para financiar a construção da Casa das Artes, em São Paulo. Promovido pela Escola Livre Areté, a iniciativa busca levantar recursos para um centro cultural e educacional da capital.
O evento apresenta trabalhos de Sebastião Salgado, João Farkas, Antonio Peticov, Brisa Noronha e Saturno, entre outros. O catálogo valoriza produções afro-brasileiras e indígenas, incluindo imagens de comunidades Yawanawá e registros de Trancoso.
A venda visa levantar recursos para um prédio com salas de música, orquestra, marcenaria e auditório para 150 pessoas. A curadoria é de Verinha Nunes, com foco em diversidade e inclusão.
Detalhes do leilão
O leilão já aceita pré-lances na plataforma iArremate, com lances iniciando em R$ 2.500 e chegando até R$ 85.000. O pregão final acontece em 16 de maio, às 15h30, com transmissão online para o público.
Economia do projeto e parcerias
Metade do valor arrecadado com obras de artistas negros e indígenas será destinado aos próprios autores, enquanto a outra metade financia a instituição. O projeto arquitetônico é assinado por Daniel Corsi, que doou o projeto da Casa das Artes.
Além de fotografia e pintura, o leilão traz trabalhos em madeira de Carlos Motta e Hugo França, cerâmica de Francisco Brennand (doada pela família) e grafite com Mundano e André Mogle. A Escola atende 270 crianças, mantendo o engajamento comunitário.
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