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Quem é a outra Sabrina no look de Sabrina Carpenter?

Sabrina Carpenter transforma o Met Gala em cinema ao projetar frames do longa Sabrina, com Dior de Anderson, homenageando Audrey Hepburn

Sabrina Carpenter: moda e cinema como arte
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  • Sabrina Carpenter compareceu ao Met Gala 2026 vestindo Dior, com design de Jonathan Anderson, inspirado no cinema e na história de Sabrina.
  • O vestido traz tule leve, fenda marcada e tiras que simulam uma cabine de projeção, exibindo frames originais do filme Sabrina.
  • As imagens incluem cenas com Audrey Hepburn, e aparecem pequenos retratos de Humphrey Bogart e William Holden.
  • A proposta acompanha o dress code “Fashion is Art” ao transformar o look em narrativa visual, em vez de referência estética direta.
  • O conjunto inclui joias da Chopard e um headpiece que reforçam o efeito de projeção, destacando a ideia de moda como história.

No Met Gala 2026, Sabrina Carpenter abriu o desfile da moda com um look que mistura cinema e alta costura. O conjunto, assinado pela Dior e desenhado por Jonathan Anderson, transforma o corpo em tela de projeção.

A peça traz tule leve, fendas discretas e uma estrutura de tiras que remete a rolos de filme. Sobre o tecido, aparecem frames originais do longa Sabrina, associado a Audrey Hepburn, com detalhes que lembram projeção de cinema.

A escolha dialoga com o tema Fashion is Art, mas desloca o foco para uma narrativa íntima. Sabrina comentou, durante a transmissão, que quanto mais ousado, melhor, ao falar de referências cinematográficas.

Projeção de cinema e referências

O visual utiliza strass nas tiras e um headpiece com joias Chopard, criando cintilância semelhante a letreiros de cinema. A montagem ressalta a ideia de que a moda pode contar histórias, não apenas vestir roupas.

A referência cinematográfica se conecta à trajetória de Sabrina na cultura pop, com o filme Sabrina (1954) e a influência de edições anteriores da edição do Met Gala. O look privilegia a fusão entre figurino e narrativa visual.

No conjunto, a cantora aparece como alguém que transforma o traje em protocolo narrativo. A presença na escadaria do Met Gala reforça a leitura de que a moda, quando bem executada, pode virar memória fotográfica.

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