- Sting não deixará herança aos filhos; seu patrimônio é estimado em US$ 550 milhões e a ideia é que os herdeiros trabalhem para se manter.
- Mick Jagger afirma que os filhos não precisam do dinheiro para viver e pretende doar a fortuna da banda para instituições de caridade.
- Elton John não planeja deixar herança aos filhos; patrimônio supera R$ 1 bilhão e ele defende que haja normalidade e respeito pelo dinheiro.
- Mark Zuckerberg já revelou que 99% da fortuna será doada para a caridade; ele é pai de três meninas.
- Ashton Kutcher e Mila Kunis disseram que não vão deixar a herança para os filhos, pretendendo doar tudo quando chegar a hora; casal tem patrimônio de cerca de US$ 275 milhões.
O ex-vocalista Sting não pretende deixar a sua fortuna, estimada em cerca de US$ 550 milhões, como herança para os filhos. Em entrevista ao programa CBS New Sunday Morning, ele afirmou que os herdeiros devem trabalhar para conquistar o próprio sustento, mesmo já tendo educação e conforto.
Sting também já havia sinalizado, em 2014, ao Daily Mail, que não quer fundos fiduciários para os filhos, considerando-os um ônus. A fala reforça a ideia de que o dinheiro não deve sustentar toda a vida familiar, segundo o artista.
Fábricas de riqueza e uma decisão compartilhada
Entre outros famosos, Mick Jagger afirma que os filhos não dependem do dinheiro para viver e pretende destinar boa parte de sua fortuna para instituições de caridade. Elton John também rejeita heranças para os filhos, defendendo que o berço de ouro pode atrapalhar o desenvolvimento.
Jackie Chan quer que seus filhos conquistem renda por mérito próprio, com uma provocação caso não consigam, enquanto Mark Zuckerberg planeja doar 99% de seu capital, também para caridade, desde a chegada da primeira filha. Ashton Kutcher e Mila Kunis mantêm postura semelhante, com criação simples e promessa de doar a maior parte ao atingir o momento adequado.
Daniel Craig já revelou preferência por não deixar herança aos filhos, defendendo a ideia de destinar os recursos em vida. Jeff Goldblum também apoia a educação para a independência financeira, destacando a importância de os filhos traçarem seus próprios objetivos.
Impactos e leituras sobre o tema
A linha comum entre os casos aponta para a preocupação com a autonomia econômica dos descendentes e para o papel do legado financeiro na formação dos próximos gerações. Especialistas ressaltam que essas decisões variam conforme contexto e valores pessoais, sem regra única.
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