- Billie Eilish falou sobre viver com síndrome de Tourette no podcast Good Hand, dizendo que convive com tiques motores e vocais, sendo estes últimos geralmente baixos.
- Em entrevistas, ela faz esforço para suprimir os tiques; ao sair da sala, diz que deixa tudo acontecer, descrevendo a síndrome como um pensamento intrusivo que se manifesta em sons e movimentos involuntários.
- A cantora afirmou que é comum as pessoas perguntarem se está bem durante crises de tiques, o que considera frustrante pela falta de compreensão.
- Em alguns momentos, há descrença sobre a condição devido à discrição de alguns tiques; ela relata tiques nos joelhos, cotovelos e mãos, muitas vezes pouco perceptíveis.
- Eilish enfatiza que gasta muita energia para se conter, especialmente quando está diante das câmeras.
A cantora Billie Eilish falou sobre sua convivência com a síndrome de Tourette durante o podcast Good Hand, destacando os desafios e avanços no enfrentamento do transtorno. O conteúdo traz um retrato da rotina da artista frente aos tiques.
Ela comenta que, apesar de lidar bem com a condição, ainda enfrenta incompreensão e preconceito de parte do público. A fala foca na necessidade de esclarecer o que significa conviver com tiques involuntários.
Segundo a artista, os tiques vocais são geralmente baixos e podem ser contidos na maior parte do tempo, sobretudo em entrevistas. Em determinados momentos, porém, ela precisa fazer esforço extra para não deixá-los surgir.
A explicação sobre a síndrome é acompanhada de relatos sobre a percepção externa: muitas pessoas duvidam da gravidade dos tiques quando estes aparecem de forma discreta. A artista ressalta que o preconceito é comum e compreende a reação alheia.
Eilish descreve que, nos momentos de visibilidade pública, tende a gastar mais energia para se conter. Os tiques aparecem principalmente nos joelhos, cotovelos e mãos, mas costumam passar despercebidos para a audiência.
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