- Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão a favor de Ana Paula Renault, negando o recurso do ex-namorado Rudimar de Maman Silva.
- Rudimar processou a campeã do BBB 26 após uma entrevista em 2021, alegando quebra de cláusula de confidencialidade de um acordo de união estável.
- A acusação pedia multa de R$ 40 mil, porém os desembargadores da 1ª Câmara de Direito Privado entenderam que não houve quebra contratual.
- Os magistrados ressaltaram que Ana falava de experiências da vida privada sem identificar diretamente o ex-companheiro; o apelido citado não foi usado para identificá-lo.
- A cláusula de confidencialidade foi considerada vaga e ampla demais, o que não impediria Ana de falar sobre a própria vida, sobretudo por ela ser figura pública.
Ana Paula Renault venceu uma ação judicial movida pelo ex-companheiro Rudimar de Maman Silva, empresário de turismo de pesca. A decisão anulou a cobrança de uma multa de R$ 40 mil por suposta quebra de acordo de confidencialidade.
A disputa teve origem em entrevista concedida pela ex-BBB em 2021, durante o podcast PodDarPrado. Rudimar alegou que a entrevista violou cláusulas do acordo firmado ao fim da união estável do casal.
O processo foi analisado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Os desembargadores da 1ª Câmara de Direito Privado, por unanimidade, entenderam não ter ocorrido quebra contratual.
Análise da cláusula
Os magistrados entenderam que a fala tratou de experiências da vida privada de Ana Paula Renault, sem identificar diretamente o ex-companheiro. O caso citou apenas o apelido utilizado, sem vincular fatos ao ex-namorado.
Conclusão da decisão
Rudimar teve o recurso negado e a decisão de primeira instância foi mantida. A defesa de Ana Paula sustentou que a divulgação enquadrava-se na divulgação de experiências da própria vida da celebridade.
Os autos seguem sob os registros do tribunal e as informações foram divulgadas por colunistas especializados na área de entretenimento. A reportagem não opina sobre o mérito, apenas apresenta o que foi decidido pela Justiça.
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