- Rafa Kalimann, de 33 anos, lança o documentário Tempo de Amar, em quatro episódios, que mostra a gestação, o parto, o puerpério e o retorno ao trabalho; estreia hoje, 9, às 22h, no GNT.
- A produção acompanha a rotina da atriz, que também é diretora e produtora do filme Minha Querida Alice e protagonista da série documental Tempo de Amar.
- O projeto abre a casa de Rafa para a equipe e aborda temas como saúde mental, pressão estética e expectativas irreais sobre a maternidade.
- Ela revela que o puerpério a surpreendeu, com desafios físicos e emocionais, mesmo tendo idealizado a maternidade.
- Sobre a educação da filha Zuza, Rafa diz que busca ser uma mãe que olha nos olhos, oferecendo escuta, cuidado e apoio, lidando com a exposição pública de forma natural e responsável.
Rafa Kalimann, atriz que agora atua como diretora e produtora, estreia no GNT o documentário Tempo de Amar, em quatro episódios. A produção acompanha a gestação, o parto, o puerpério e o retorno ao trabalho da artista de 33 anos, mãe de Zuza, com quatro meses de idade, filha do cantor Natan.
O projeto expõe sua vida pessoal ao abrir a casa para a equipe de filmagens. A proposta é mostrar saúde mental, pressão estética e expectativas irreais sobre a maternidade, em um relato sem máscaras. Kalimann descreve desejo de compartilhar uma maternidade real.
O primeiro episódio vai ao ar neste sábado, às 22h, no GNT. A série propõe uma leitura de cada etapa por meio de relatos e imagens que contextualizam escolhas profissionais e a nova rotina da família.
O que motivou a documentação
A ideia surgiu nos primeiros meses de gestação, quando a atriz sentiu necessidade de acolhimento e de abraçar demais mães. O objetivo é apresentar o processo de forma autêntica, sem camuflar a experiência.
Desafios de cada etapa
Kalimann aponta que todos os momentos foram desafiadores, com ansiedade no final da gestação, catarse no parto, surpresa no puerpério e decisão pelo retorno ao trabalho. Ela cita o contexto em que 40% das mulheres que tiram licença enfrentam dificuldades para voltar ao mercado.
Mudanças trazidas pela maternidade
A artista diz que a maternidade a deixou mais calma e empática. A filha passa a ser protagonista da vida, exigindo tempo e cuidado, o que reduz o ego e amplia a compreensão sobre si mesma e os outros.
Exposição da Zuza e limites
O casal negocia como lidar com a exposição da filha. A escolha natural, segundo Kalimann, é mostrar a criança de forma responsável, com diálogo constante sobre limites e privacidade, sem abrir mão da naturalidade.
O perfil de mãe que Kalimann deseja ser
A meta é olhar nos olhos da filha, servindo como referência de força e persistência. A ideia é manter presença, escuta cuidadosa e apoio constante, mesmo diante da agenda profissional.
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