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Ex-funcionária desiste de ação trabalhista contra Caetano Veloso e Paula Lavigne

Edna Fonseca desiste de ação trabalhista contra Caetano Veloso e Paula Lavigne, pede desculpas e nega cárcere privado após 22 anos de serviço

Créditos: Imagem/Divulgação
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  • Edna Fonseca desistiu da ação trabalhista contra Caetano Veloso e Paula Lavigne, anunciando a decisão em 9 de abril; audiência marcada para 15 de abril não ocorreu.
  • A ação protocolada em 2024 cobrava cerca de R$ 2,6 milhões por direitos trabalhistas, após 22 anos de serviço, incluindo horas extras, adicional noturno e acúmulo de funções.
  • As acusações iniciais incluíam ameaça e cárcere privado, com relato de que Fonseca teria sido mantida em um quarto da residência e o celular confiscado.
  • Em nota, a ex-funcionária disse não ter sofrido cárcere privado e pediu desculpas pelos transtornos, ressaltando que sempre foi tratada com respeito durante o tempo de trabalho.
  • Ela afirmou ter desistido por foro íntimo e de consciência, alegando discordar da narrativa e dos pedidos apresentados no processo.

A ex-funcionária Edna Fonseca desistiu da ação trabalhista movida contra Caetano Veloso e Paula Lavigne. A decisão foi comunicada em 9 de abril, levando à ausência de Fonseca na audiência marcada para 15 de abril. O processo foi protocolado em 2024 e envolve valores estimados.

Fonseca atuou por 22 anos na residência do casal, iniciando como arrumadeira e evoluindo para governanta. A ação cobrava cerca de 2,6 milhões de reais, referentes a alegados direitos trabalhistas como adicional noturno, horas extras e acumulação de funções.

As acusações iniciais incluíam ameaça e cárcere privado. Fonseca alegou ter sido mantida em um quarto da casa e de ter tido o celular confiscado por Paula Lavigne, o que, segundo ela, motivou a demissão por justa causa.

A reviravolta ocorreu com a defesa atual de Fonseca, que divulgou a desistência do processo. Em nota, Fonseca afirmou desistir por motivos íntimos e de consciência, discordando da narrativa e dos pedidos feitos no processo. Ela negou ter sofrido cárcere privado nos 22 anos.

A ex-funcionária pediu desculpas formais aos envolvidos pelos transtornos e interpretações gerados. Ela ressaltou ter recebido tratamento respeitoso ao longo dos anos e mencionou a ajuda financeira prestada pela equipe em momentos difíceis, reconhecendo o seu erro.

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