- Olivia Torres retorna à TV na sexta temporada de Sessão de Terapia, vivendo Érica, uma psicoterapeuta que visita Caio, interpretado por Selton Mello, inicialmente para supervisão clínica.
- O tema central da temporada é a maternidade, com a personagem questionando se quer ou não ser mãe aos 35 anos, em meio a pressões sociais.
- A atriz, que tem 31 anos, também aborda na entrevista a dificuldade de conciliar desejo pessoal com expectativas da sociedade e o contexto financeiro de fertilização ou adoção.
- Olivia não se envolve muito com redes sociais e Não planeja mudar esse posicionamento, dizendo que postar tudo funciona como propaganda de si mesma e prejudica a saúde mental.
- A temporada de Sessão de Terapia estreia em 22 de maio; Selton Mello também dirige parte do seriado, e a parceria entre os dois foi descrita como sonho realizado pela atriz.
Olivia Torres retorna às telas na sexta temporada de Sessão de Terapia, vivendo a psicoterapeuta Érica. A personagem chega ao consultório de Caio, conduzido por Selton Mello, com foco inicial em supervisão clínica. O enredo abandona o óbvio para explorar questões íntimas.
A temporada, que estreia em 22 de maio, traz a maternidade como tema central sob uma perspectiva não convencional. Érica, aos 35 anos, encara a pressão social para ter filhos, enquanto a própria atriz, aos 31, ainda avalia seus sentimentos sobre maternidade e relacionamentos.
A relação entre Olivia e Selton ganhou contornos de sonho realizado. Os dois já se cruzaram apenas em leitura de roteiro e, segundo a atriz, Selton enviou um áudio carinhoso de Veneza após assistir ao filme Ainda Estou Aqui. A experiência de direção também foi marcante.
Detalhes da produção e bastidores
Fora das telas, Olivia mantém uma relação contida com a fama, evitando as redes sociais para preservar a saúde mental. Ela comenta que o que é publicado funciona como propaganda de si mesma, o que a levou a buscar um caminho mais reservado.
A atriz também comenta sobre a atuação em cinema de gênero, com trabalhos como Privadas de Suas Vidas, Continente e Aurora. Ela destaca a riqueza de trabalhar com propostas que exploram medo, política e questões atuais por meio do fantástico.
Ao falar do processamento emocional, Olivia relata que terapia está presente desde os 6 anos, com pausas ao longo do caminho. Hoje, a prática continua a influenciar sua visão de mundo e, de modo geral, sua abordagem como atriz.
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