- Demi Moore, 63, disse, em coletiva no Festival de Cannes, que a IA jamais substituirá a arte verdadeira.
- Ela afirmou que Hollywood precisa aprender a conviver com a tecnologia e que lutar contra ela seria uma batalha perdida.
- Moore questionou se existem proteções suficientes contra os impactos da IA, sugerindo que provavelmente não.
- A atriz citou que há limites claros para o que a IA pode alcançar no cinema.
- Reforçou que a essência da arte não pode ser reproduzida artificialmente e vem da alma.
Demi Moore deixou claro, durante uma coletiva no Festival de Cannes, que não acredita que a inteligência artificial substitua a arte autêntica. A atriz de 63 anos afirmou que Hollywood precisa aprender a conviver com a tecnologia, em vez de lutar contra ela.
Ela disse que a IA já está presente na indústria do entretenimento e que enfrentá-la seria uma batalha perdida. Segundo a artista, o caminho mais produtivo é encontrar formas de trabalhar com a tecnologia, apesar das dúvidas sobre proteção.
A conversa ocorreu em Cannes, onde Moore ressaltou os limites da ferramenta no cinema. Ela destacou que a essência criativa não pode ser reproduzida por máquinas, mantendo a distinção entre técnica e emoção humana.
A atriz mencionou que existem aspectos positivos na aplicação da IA, especialmente como recurso, mas reforçou que o que caracteriza a arte verdadeira vem da alma, não de processos automatizados.
Moore, conhecida pelo papel em A Substância (2024) e pela fase de maior destaque em Hollywood, reforçou que a criatividade humana permanece central na produção audiovisual.
Ao longo de suas falas, ela enfatizou a necessidade de salvaguardas. Embora reconheça benefícios da IA, a prioridade é preservar a singularidade da expressão artística. Getty Images (arquivo) acompanha a imprensa.
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