- Kim Kardashian foi responsabilizada por usar a foto errada de uma pessoa em publicações nas redes sociais, confundindo Ivan Cantu com um condenado à morte.
- A postagem original, em fevereiro de 2024, dizia que o estado executaria Ivan Cantu em dois dias e continha um link para uma petição de cancelamento da pena.
- O homem de Nova York, que é homônimo do condenado, acionou a Justiça em fevereiro de 2025 alegando sofrimento emocional e dano à reputação.
- Kim alegou que houve erro e que a imagem não foi publicada intencionalmente, que a postagem ficou no ar apenas por algumas horas e que não houve má-fé.
- A Justiça decidiu a seu favor, arquivando a ação contra Kim e ainda determinando que Ivan Cantu pagasse mais de US$ 167 mil (cerca de R$ 910 mil) em honorários advocatícios.
Kim Kardashian saiu vitoriosa em uma disputa judicial envolvendo o uso indevido de uma foto nas redes sociais. O caso teve início em fevereiro de 2024, quando a socialite compartilhou nos stories uma imagem associada a Ivan Cantu, acusado de homicídio no Texas, mas a foto era de outro homem com o mesmo nome.
A confusão levou Ivan Cantu a processar Kim em fevereiro de 2025, alegando sofrimento emocional e danos à reputação. Segundo documentos, a foto incorreta foi usada em uma publicação que também mencionava uma pétição para barrar a execução. A postagem ficou online por poucas horas.
Kim Kardashian afirmou que o episódio foi um erro não intencional e que a imagem foi publicada por um curto período. A Justiça, porém, decidiu a seu favor, arquivando a ação contra a empresária e determinando que o réu arcasse com os custos processuais de R$ 910 mil, equivalentes a mais de US$ 167 mil.
Desdobramentos financeiros
A condenação ocorreu após o encerramento do processo, com a autora buscando reverter a decisão de custos. O juiz Michael C. Small confirmou o reembolso de honorários, destacando que a parte autora deveria arcar com as despesas legais.
Os amendedes apontam que a decisão impôs um valor significativo a Ivan Cantu, enquanto Kim Kardashian não precisou pagar danos adicionais. O veredito reforça a responsabilidade por uso incorreto de imagem em redes sociais e as implicações legais disso.
A ação tinha como argumento principal danos emocionais e à reputação, após a exposição indevida. A defesa da empresária sustentou que houve erro comum e que a publicação durou apenas um curto período de tempo. O tribunal manteve o entendimento de que houve falha que justificou a cobrança de custos.
A decisão final estabelece que a parte autora arca com os honorários legais, sem indicar intenção de dano maior ou vantagem financeira da ré. O caso segue como referência de processos envolvendo uso não autorizado de imagem de terceiros em plataformas digitais.
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