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Maíra Cardi revela ação drástica para sobreviver antes da Lei Maria da Penha

Maíra Cardi revela que, aos dezenove anos, sofreu violência extrema e cárcere privado antes da Lei Maria da Penha, levando-a a deixar São Paulo e recomeçar no Mato Grosso

Reprodução/Youtube
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  • Maíra Cardi, aos 42 anos, revelou em podcast que viveu episódios de violência e cárcere privado aos 19 anos, incluindo agressões físicas e estupro.
  • O relato aponta que, há cerca de 25 anos, não havia proteção adequada da Lei Maria da Penha, e a mesma buscou ajuda na delegacia, onde ouviu: “Briga de marido e mulher não se mete a colher”.
  • Diante disso, ela decidiu deixar São Paulo e recomeçar a vida no Mato Grosso para se defender.
  • A empresária também denunciou, sem identificar pessoas, um ex-chefe da televisão que assediava funcionárias de forma pública e recorrente.
  • Ela afirmou que, na época, o constrangimento impedia a reação imediata, e que tornar o caso público agora ajuda a validar sua história e incentivar outras mulheres.

Maíra Cardi, aos 42 anos, contou no podcast Papo Íntimo episódios marcantes de sua juventude, incluindo agressões físicas e cárcere privado. Ela descreveu uma relação abusiva aos 19, com violência que deixou traumas profundos.

A história é contextualizada com o tempo em que ocorreu, há cerca de 25 anos, antes da Lei Maria da Penha. A influenciadora relatou enfrentar desamparo ao buscar proteção estatal em delegacias.

Ela descreveu o descaso institucional ao buscar denúncias de ameaças, destacando a percepção de injustiça que a levou a tomar decisões drásticas para sobreviver. O desfecho envolveu mudança de cidade.

Denúncia nos bastidores da televisão

Maíra Cardi comentou, sem identificar nomes, situações de assédio ocorridas no ambiente de trabalho na TV. Segundo ela, uma ex-chefe praticava atos de abuso público contra funcionárias, o que dificultava a reação por medo de estigmatização.

A influenciadora ressaltou que, na época, o constrangimento impediu denúncias imediatas. Recentemente, ela disse que tornar esses relatos públicos valida sua história e pode incentivar outras mulheres a se posicionarem.

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