- Paul McCartney criticou a cultura dos influenciadores no podcast The Rest Is Entertainment, dizendo não entender essa geração.
- O músico afirmou que, hoje, pessoas sem talento podem ficar muito famosas, com bilhões de acessos e visualizações.
- Ele comentou que a relação com a fama mudou desde os anos sessenta, quando havia mais desejo de reconhecimento.
- McCartney explicou por que não tira fotos com fãs: o uso de celulares tornou isso “radical” e ele teme perder algo importante de si.
- Segundo ele, quando aceita registrar um encontro, sente-se como um macaco de Saint-Tropez que cobra pelas fotos, o que o faz não ser mais ele mesmo.
Paul McCartney pediu desculpas pela clareza de sua posição sobre a cultura dos influenciadores digitais durante sua participação no podcast The Rest Is Entertainment. O músico dos Beatles comentou que a ascensão de criadores de conteúdo mudou a forma de lidar com a fama, sem revelar detalhes pessoais.
O artista criticou o fato de muitos termos de celebridade surgirem hoje com base em pouco talento, destacando a enorme quantidade de visualizações que esse tipo de conteúdo recebe. Ele lembrou que a percepção sobre fama mudou desde os anos 1960, quando a busca por reconhecimento era mais comum.
McCartney explicou por que não tira fotos de seguidores quando encontra alguém na rua. Ele afirmou que, com a popularização dos celulares, esse gesto pode soar como uma demonstração de superioridade e fazer com que ele perca a essência de quem é. Em vez disso, prefere evitar esse rito para não se sentir como um “macaco” retratado em uma história que costuma usar para ilustrar o tema.
Contexto da opinião de McCartney
Segundo o músico, a mudança na relação com a fama envolve o impulso de muitos a registrar tudo. A função do tempo varia entre a apreciação da privacidade e a possibilidade de manter o equilíbrio entre vida pessoal e pública. A reflexão ocorreu enquanto o artista comentava sobre novidades da era digital e a curiosidade de fãs em redes sociais.
Para explicar a recusa, ele recorre a uma narrativa sobre um habitante de Saint-Tropez e um macaco que cobra por fotos. A ideia é ilustrar como o artista não quer que a experiência de encontro com fãs se torne uma obrigação ou um papel imposto pela fama.
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