- A Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou projeto para tornar Fábio Porchat persona non grata no estado, por 4 votos a favor e 2 contra.
- O projeto foi apresentado por Rodrigo Amorim (PL), presidente da CCJ; votaram a favor Alexandre Knoploch (PL), Sarah Poncio (Solidariedade), Fred Pacheco (PL) e Marcelo Dino (PL); rejeitaram Carlos Minc (PSB) e Luiz Paulo (PSD).
- A justificativa mencionou trechos de esquetes religiosas e sátiras que citam o ex-presidente Jair Bolsonaro.
- Porchat respondeu, em vídeo publicado no Instagram na tarde de quinta-feira, 14, ironizando e dizendo estar orgulhoso de atrair a atenção dos deputados.
- A proposta segue para votação no plenário, e o humorista afirmou que continuará fazendo vídeos de comédia e críticas a políticos.
O humorista Fábio Porchat reagiu, na tarde desta quinta-feira, 14, a um projeto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro que pretende torná-lo persona non grata no estado. A proposta ainda precisa passar pelo plenário da ALERJ para entrar em vigor.
O projeto foi apresentado por Rodrigo Amorim, presidente da CCJ, e recebeu 4 votos a favor e 2 contra. Votaram a favor Alexandre Knoploch, Sarah Poncio, Fred Pacheco e Marcelo Dino. Foraram contrários Carlos Minc e Luiz Paulo. A próxima etapa é análise no plenário.
Segundo os autores, a iniciativa se baseia em trechos de esquetes e sátiras do humorista, incluindo críticas a Jair Bolsonaro. A defesa de Porchat sustenta que a proposta fere a liberdade de expressão, enquanto apoiadores afirmam que o conteúdo pode justificar a medida.
Em vídeo publicado no Instagram, Porchat ironizou a situação, dizendo estar emocionado e orgulhoso com o desconforto dos deputados. Ele citou o Porta dos Fundos e mencionou o apoio de familiares, além de agradecer ao público pela atenção recebida.
O humorista afirmou que continuará produzindo conteúdos, mantendo o estilo de crítica política. O posicionamento do plenário da ALERJ será decisivo para definir se a proposta avança ou fica sem efeito. A pauta segue sem outras definições oficiais no momento.
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