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Fábio Porchat se pronuncia após projeto para torná-lo persona non grata

Projeto da Alerj propõe tornar Fábio Porchat persona non grata no Rio; votação segue para plenário, e humorista reage com ironia

Abalado? Fábio Porchat se pronuncia após projeto de transformá
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  • A Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou projeto que pode tornar Fábio Porchat “persona non grata” no estado, com o caso seguindo para votação em plenário.
  • O texto foi apresentado pelo deputado Rodrigo Amorim (PL) e tem apoio de parlamentares como Alexandre Knoploch, Sarah Poncio, Fred Pacheco e Marcelo Dino.
  • Porchat reagiu com ironia, dizendo que encarou a proposta como um “reconhecimento” e brincou sobre a posição política dos deputados.
  • O humorista ironizou a atuação dos parlamentares e citou diretamente Sarah Poncio, ao criticar o foco da discussão em detrimento de problemas reais no estado.
  • O título de “persona non grata” é simbólico e não acarreta punições legais ou multas contra Porchat.

O humorista e apresentador Fábio Porchat reagiu de forma irônica a um projeto aprovado pela CCJ da Alerj que pode torná-lo persona non grata no Rio de Janeiro. A proposta tramita agora para votação em plenário e foi motivada por críticas a esquetes que misturam religião e política.

A iniciativa é de Rodrigo Amorim, deputado do PL, e tem apoio de colegas como Alexandre Knoploch, Sarah Poncio, Fred Pacheco e Marcelo Dino. O objetivo alegado é reconhecer manifestações consideradas ofensivas pelo partido de oposição.

Em vídeo publicado nesta quinta-feira, Porchat manteve o tom bem humorado. Ele citou o possível apoio de familiares da Deputada Sarah Poncio e lembrou que a discussão ocorre enquanto problemas mais candentes atingem o estado.

Porchat disse também que não teme o desfecho, mas sabe que ainda precisa de 41 votos no plenário. Ele afirmou que continuará produzindo vídeos de comédia, mantendo o trabalho com o Porta dos Fundos, caso o projeto avance.

O tema segue sem consequências legais diretas, já que o título de persona non grata é simbólico, não gerando multas ou restrições contra o humorista. A próxima etapa é a votação no plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

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