- O rapper Projota entrou com recurso no STF para transferir para o seu nome um Porsche comprado no ano passado.
- A concessionária foi alvo de bloqueio de bens na investigação sobre fraudes no INSS logo após ele quitar a última parcela.
- A defesa afirmou que a compra ocorreu de boa-fé, antes de qualquer restrição à loja.
- O Embargante alegou não ter vínculo com os investigados e que adquiriu o veículo de uma empresa regularmente constituída.
- Foram anexadas mensagens do dono da concessionária em que ele comenta o bloqueio e a investigação da PF, lamentando a situação.
O rapper Projota tenta libertar um Porsche que segue bloqueado por investigação do INSS. O veículo foi adquirido anteriormente à deflagração da operação que culminou no bloqueio da concessionária.
A defesa do artista sustenta ter agido de boa-fé ao comprar o carro, após o pagamento integral, antes de qualquer restrição envolvendo a loja. O pedido foi dirigido ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo os advogados, o embargante não possui vínculo com os investigados e não participou de crimes; a aquisição foi realizada por meio de empresa concessionária regular e com pagamento comprovado.
Documentos anexados ao processo incluem comunicações entre Projota e o proprietário da concessionária, nos quais o empresário protesta contra o bloqueio e aponta impactos na movimentação financeira.
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