- Em 16 de maio de 2015, Elias Gleizer faleceu aos 81 anos, 11 anos atrás, após sequelas de um acidente em uma escada rolante.
- O ator, conhecido como “avô do Brasil”, havia se acidentado semanas antes, durante uma subida em uma escada rolante, em Copacabana, no Rio de Janeiro.
- Ele fraturou cinco costelas e perfurou o pulmão; chegou a sair da UTI, mas o estado de saúde piorou devido a complicações.
- A cuidadora informou que ele desenvolveu pneumonia e sofreu infecção durante a internação, e a família confirmou que a causa da morte foi falência circulatória provocada por broncopneumonia.
- Na época, Gleizer foi lembrado por papéis bondosos e pela imagem de avô acolhedor que marcou gerações de telespectadores.
Elias Gleizer morreu aos 81 anos em 16 de maio de 2015, após um grave acidente envolvendo uma escada rolante. O artista, muito conhecido como o “avô do Brasil”, faleceu no Rio de Janeiro, onde estava internado desde o ocorrido.
A queda aconteceu quando Gleizer voltava de um consultório dentário, após ser buscado por um dentista que o acompanhava. Ele sofreu múltiplas lesões após a colisão com a escada rolante em Copacabana, na zona sul da cidade.
Segundo relatos da época, o ator fraturou cinco costelas e perfurou o pulmão, agravando o estado de saúde. A cirurgia não foi suficiente para evitar complicações posteriores na evolução clínica.
Após a alta da UTI, Gleizer apresentou piora e contraiu pneumonia, além de infecção durante a internação. O hospital Copacabana D’Or confirmou falência circulatória causada pela broncopneumonia.
A vida pública de Gleizer foi marcada por papéis benevolentes, muitas vezes de avô, padre e mentor. Sua morte gerou forte comoção entre fãs e colegas de televisão, que o consideraram ícone da dramaturgia nacional.
O legado do ator permanece vivo por meio de trabalhos marcantes na televisão brasileira. Ao longo da carreira, Gleizer participou de novelas, séries e programas que reforçaram sua imagem acolhedora diante do público.
Confira, ainda, a memória de Gleizer e a influência de seu estilo interpretativo, reconhecido pela simplicidade e pela proximidade com o telespectador, características que consolidaram seu lugar na história da TV brasileira.
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