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Bardem atribui mortes a comportamento masculino tóxico de Trump, Putin e Netanyahu

Em Cannes, Bardem atribui mortes ao comportamento masculino tóxico de Trump, Putin e Netanyahu, citando o genocídio em Gaza

Javier Bardem durante coletiva de imprensa no festival de Cannes neste domingo, 17 de maio de 2026.
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  • Javier Bardem criticou, em Cannes, o “comportamento masculino tóxico” de líderes como Donald Trump, Vladimir Putin e Benjamin Netanyahu, associando o padrão a mortes provocadas em conflitos.
  • O ator explicou que o machismo e a crença de “pertencer” às mulheres se refletem nas ações dos chefes de Estado citados.
  • Bardem disse que a guerra em Gaza resulta em milhares de mortes e chamou o genocídio de fato, afirmando que quem o justifica ou silencia é pró-genocídio.
  • A declaração ocorreu durante entrevista no festival de Cannes, enquanto Bardem participa de El ser querido, de Rodrigo Sorogoyen.
  • Segundo o Ministério da Saúde da Palestina, o conflito em Gaza já deixou mais de 72 mil mortos.

Javier Bardem criticou neste domingo, 17, em Cannes, o que chamou de “comportamento masculino tóxico” de líderes internacionais, citando Donald Trump, Vladimir Putin e Benjamin Netanyahu. O ator espanhol afirmou que esse comportamento está causando milhares de mortes.

Ele destacou a relação entre machismo e violência, mencionando Espanha e outras situações, para sustentar que a atitude de líderes pode ter consequências graves. Bardem descreveu as ações como parte de um padrão que, segundo ele, contribui para conflitos e mortes.

Bardem é conhecido por sua defesa de causas humanitárias e pelo posicionamento crítico em relação ao conflito entre Israel e Gaza. Em Cannes, ele reforçou o termo “comportamento masculino tóxico” ao falar sobre o envolvimento de governos na violência.

Contexto da fala e relação com a guerra

O ator mencionou diretamente as lideranças de Estados Unidos, Rússia e Israel, em referência ao atual cenário de tensões internacionais envolvidas em guerras.

Impactos humanitários e números da crise

Bardem citou o governo de Gaza, que aponta mais de 72 mil mortos desde o início do conflito, destacando a gravidade da situação e a insistência de que não se pode justificar o genocídio, ainda que haja debates sobre responsabilidades.

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