- A atriz Julianne Moore, 65 anos, gerou polêmica ao afirmar, em Cannes, que não gosta mais de filmes com violência gratuita e tiros em excesso.
- Moore disse que, no momento atual, é difícil se envolver emocionalmente com histórias que considera artificiais e sem profundidade condizente com o mundo.
- Ela afirmou não gostar de tensão superficial, de assassinatos, explosões e de cenas que elevam a tensão sem um sentimento verdadeiro por trás.
- Internautas reagiram citando filmes da própria carreira em que a violência é central, defendendo ou criticando a posição da atriz.
- Parte da audiência elogiou Moore pelo foco em emoção em vez de caos, destacando que a escolha pode valorizar filmes com mensagens familiares e qualidade.
Julianne Moore, atriz de 65 anos, virou tema de debate nas redes após dizer que não gosta mais de filmes com violência exagerada. A declaração foi dada durante entrevista à Variety no Festival de Cannes, na França.
Ela explicou que, diante da conjuntura global atual, prefere não se envolver emocionalmente com histórias que julga artificiais. Moore afirmou que não sente que a violência ou a tensão na narrativa reflitam sensivelmente a realidade do mundo.
Além de falar sobre seu posicionamento, a atriz destacou que busca filmes com emoções mais autênticas e que não apenas elevem a tensão sem fundamentação dramática. O comentário ocorreu durante a participação no evento Women in Motion, que reconhece contribuições de mulheres no cinema.
Repercussões nas redes
Após a divulgação do trecho da entrevista, internautas passaram a citar filmes da própria filmografia de Moore em que a violência ocupa papel central. Alguns criticaram a mudança de postura da atriz, enquanto outros defenderam a escolha por narrativas com valores familiares e propostas de entretenimento mais acessíveis.
Defensores destacaram que Moore privilegia a emoção real sobre o caos da violência, repercutindo positivamente a imagem da artista no cenário internacional. Ainda houve quem argumentasse que o público busca diversidade de estilos no cinema, incluindo obras com mais conteúdo emocional.
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