- Rafa Kalimann e Nattan são alvo de processo que acusa manobra para evitar pagamento de R$ 750 mil em comissão na venda de uma mansão no bairro Cidade Jardim, em São Paulo.
- A casa foi avaliada em R$ 15 milhões, com comissão de 5% segundo as autoras da ação.
- Ação aponta que as autoras, empresa de inteligência imobiliária e corretora, apresentaram o casal aos antigos proprietários e teriam intermediado o negócio.
- Os artistas negam contrato formal e dizem que a venda foi concluída mais tarde por outros corretores, com condições melhores e remuneração já paga a terceiros.
- O processo segue em tramitação; a imobiliária deverá apresentar réplica para contestar os argumentos apresentados pelo casal.
O caso envolve Rafa Kalimann e Nattan, acusados de manobra para não pagar R$ 750 mil em uma venda de luxo. A ação surgiu após a intermediação de uma corretora de imóveis e de uma empresa de inteligência imobiliária, que alegam prejuízo com o negócio em São Paulo. O imóvel é uma mansão no bairro Cidade Jardim.
Segundo as autoras, houve fechamento secreto com os antigos donos, evitando a comissão acordada de 5% sobre a venda. O imóvel foi avaliado em R$ 15 milhões, e a transação gerou a cobrança de parte dessa comissão. As partes alegam que não houve acordo formal.
A defesa de Kalimann e de Nattan sustenta a ausência de contrato válido e de exclusividade com as empresas. Afirmam que a casa foi citada apenas pontualmente, com condições distintas do que aceitariam. Também destacam que outros corretores concluíram a negociação posteriormente, com remuneração já quitada.
Defesa e próximos passos
- A dupla afirma que não houve contato direto com os donos originais e que a venda foi efetivada por terceiros.
- A defesa reforça que os profissionais que fecharam o negócio receberam a comissão prevista, por meio de contratos formais.
- A ação aponta possível má-fé por parte das autoras, que, segundo o casal, explorariam a fama para cobrar serviços não realizados.
A imobiliária responsável pela ação deverá apresentar réplica ao juiz, que continuará analisando o caso na Justiça de São Paulo. O processo envolve valores elevados e pode abrir novos capítulos legais para ambas as partes.
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