- Antônio Fagundes, de 77 anos, comentou a decisão de proibir a entrada de atrasados em espetáculos dos quais participa, em entrevista à BBC divulgada nesta terça-feira (19).
- O ator defendeu a medida para não atrapalhar a experiência do público que chega na hora certa.
- Fagundes afirmou que já foi processado por uma juíza que foi barrada em uma de suas peças.
- Ele ressaltou que, quando a cortina abre, não se pode permitir que alguém atrasado atrapalhe o prazer dos presentes.
- Durante a entrevista, o ator brincou com a ideia da “Lei Antônio Fagundes”, que seria um decreto informal para que os espetáculos comecem estritamente no horário marcado.
O ator Antônio Fagundes, de 77 anos, comentou sobre a decisão de impedir a entrada de atrasados em espetáculos teatrais em que atua. Em entrevista à BBC, publicada nesta terça-feira, ele defende a medida para não atrapalhar a experiência do público que chega no horário.
Fagundes afirmou que o atraso atrapalha 600 pessoas que aguardam o início do show e que, após a cortina subir, não é possível permitir que alguém desrespeite quem chegou na hora. Ele ressaltou que a maioria do público concorda com essa medida.
O artista também mencionou ter sido processado por uma juíza que, segundo ele, foi barrada em uma de suas peças. Ele explicou que não pode desrespeitar os espectadores nem comprometer o prazer de quem chegou no horário.
Proibição de atrasos nos teatros
Durante a entrevista, Fagundes brincou com a ideia de uma suposta lei batizada com seu nome, que endureceria a disciplina de horários em peças teatrais. Segundo ele, a brincadeira surgiu na internet e viralizou entre fãs do teatro.
O ator comentou ainda sobre seu retorno à dramaturgia, com a estreia de um novo personagem na novela das 9, intitulada Quem Ama Cuida, que ocorreu na última segunda-feira.
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