- O SPFW não ocorreu neste semestre, abrindo espaço para o Rio Fashion Week, com desfiles feitos de forma independente em locais diferentes de São Paulo.
- Neste sábado houve apresentação de João Pimenta no Arquivo Histórico Municipal; nesta segunda, Lino Villaventura exibiu sua moda autoral ao redor da piscina da Casa Conceito, em São Paulo.
- O tempo estava nublado e os looks começaram com peças manchadas em tons vivos e meias-calças com tie-dye, avançando para propostas com nervuras arquitetônicas, transparências, flores e aplicações de cristais.
- Modelos masculinos ganharam pedrarias no dorso e na cabeça; surgiram também túnicas brancas ou pretas com cortes enviesados e peças construídas com fitas estruturadas; paleta variou de preto, branco, cinza e off-white a degradês quentes.
- Marina Dias fechou o desfile com um vestido azul; o coquetel contou com música e guarda-chuvas artesanais do estilista, caso começasse a chover.
Como o SPFW não teve edição neste semestre, o Rio Fashion Week abriu espaço para desfiles isolados de designers em locais de São Paulo. No sábado, João Pimenta mostrou suas criações no Arquivo Histórico Municipal; nesta segunda, 18 de maio, Lino Villaventura apresentou moda autoral ao redor da piscina da Casa Conceito, na capital paulista.
O desfile de Villaventura contou com looks que trazem formas escultóricas e nervuras, explorando transparências, flores e cristais em aplicações pontuais. Tons pretos, brancos, cinza e off-white alternaram com degradês quentes, integrando peças masculinas e femininas.
Vestimentas foram apresentadas em diferentes cenários, com peças de tie-dye em meias-calças que reforçaram a proposta colorida dos primeiros looks. Alguns modelos tinham pedrarias no dorso e na cabeça, outros surgiram em túnicas com cortes enviesados.
Marina Dias, veterana da passarela, encerrou o desfile com um vestido azul e assumiu as pick-ups após o show, influenciando o clima do coquetel final. Muitos convidados permaneceram com guarda-chuvas transparentes, caso chovesse.
Proposta estética
Villaventura celebra 50 anos da marca (comemorados em 2025) sem abrir mão da identidade da casa: uma mistura de alta-costura e arte, com peças que parecem esculturas têxteis prontas para uso.
O estilista mantém a narrativa de experimentar sem depender de uma única fonte criativa, ampliando a coleção ao longo do tempo e mantendo o traço autoral. O evento evidencia a identidade da marca na cena brasileira.
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