- Antônio Fagundes diz estar sendo processado por impedir a entrada de uma espectadora atrasada em um espetáculo, mantendo a regra para proteger a experiência de 650 pessoas na plateia.
- O ator explicou, em entrevista à BBC News Brasil, que não abre exceções para atrasos para não atrapalhar a concentração do elenco e do público.
- Segundo ele, a política existe há anos e já gerou outras ações judiciais, mas a defesa é mantida.
- O caso repercutiu nas redes e virou meme, com a ideia de uma “Lei Antonio Fagundes” para que as peças comecem exatamente no horário.
- A reação do público foi mista: alguns apoiam a rigidez das regras, enquanto outros comparam com práticas de teatros no exterior; Fagundes afirma que não pretende alterar a política.
O ator Antonio Fagundes afirma estar sendo processado por uma juíza após impedir a entrada de uma espectadora atrasada em uma de suas peças. A controvérsia ganhou as redes e ganhou continuidade em entrevista à BBC News Brasil.
Segundo Fagundes, a regra de não permitir atrasos existe para preservar a experiência do público que chega no horário. Com ele, cerca de 650 pessoas ocupam a plateia, e o objetivo é não desrespeitar quem já está assistindo.
A prática, que já é antiga em seus espetáculos, também vale para evitar que espectadores entrem durante a apresentação para conversar ou usar o celular, segundo o ator. Ele afirma não abrir exceções por atrasos.
Repercussão online
A decisão de barrar entradas atrasadas gerou memes e debates nas redes. A ideia de uma suposta Lei Antonio Fagundes ganhou espaço entre internautas, com parte do público defendendo regras de pontualidade e outra parte criticando a rigidez.
Entre os espectadores, houve relatos de apoio à postura do artista, citando similaridades com regras de teatros internacionais. Outros, porém, mostraram-se contrários a medidas tão restritivas e à possibilidade de ações judiciais.
Fagundes destacou em entrevista à BBC que não pretende alterar a política adotada nos espetáculos em que atua.
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