- Carla Salle interpreta Soraia na novela Guerreiros do Sol, personagem que vive fome, abandono e violência e transforma isso em força.
- Ela tem raízes no sertão de Pernambuco (Serra Talhada) e se reconectou com essas memórias durante as gravações em Alagoas.
- O processo criativo aconteceu muito nos ensaios e na convivência com Irandhir Santos, com momentos marcantes nos bastidores.
- Entre planos futuros, ela quer fazer a cinebiografia de uma cantora brasileira, com estudo de violão e música.
- A maternidade mudou sua visão de mundo e de carreira, trazendo mais liberdade e autenticidade, mantendo postura discreta nas redes.
Carla Salle fala sobre o desafio de viver Soraia em Guerreiros do Sol, a relação com o cangaço e sua busca por autenticidade na tela. A atriz também comenta raízes no sertão pernambucano, onde nasceu o interesse pela história narrada pela Globo.
A entrevista, publicada pela Glamour, aborda a preparação para a personagem marcada pela fome e pela violência, que encontra força e autonomia. Soraia, parceira de Arduíno, é apresentada como sobrevivente que transforma traumas em coragem.
A atriz, de 34 anos, reforça o orgulho por explorar o olhar feminino sobre o sertão. Ela relembra a influência da infância em Serra Talhada, cidade ligada ao cangaço, e destaca o desejo de ampliar representações femininas na ficção histórica.
Papel, relação com o elenco e bastidores
Guerreiros do Sol gira em Rosa e Josué, cangaceiros que moldam o Brasil moderno, com conflitos de amor, política e violência. Soraia é retratada como uma mulher que transforma adversidades em energia vital.
Durante as filmagens em Piranhas, Alagoas, a atriz mergulhou em leituras sobre o tema e participou de imersões com o elenco. Ela cita a importância de encontros que fortalecem a construção dos personagens.
A convivência com Irandhir Santos, seu par amoroso na trama, gerou uma lembrança marcante: uma dança espontânea durante uma prova de figurino definiu o entrosamento entre eles e a cena.
Inspirações e planos para o futuro
Carla revela o desejo de realizar uma cinebiografia de uma cantora brasileira, especialmente alguém que toque violão e cante. Ela aprimora o violão e busca unir música e atuação em projetos futuros.
A maternidade é descrita como uma mudança profunda na percepção de mundo e na prática profissional. A atriz aponta que a energia do filho traz brilho e presença em seus trabalhos.
Ela comenta sobre o equilíbrio entre vida pessoal e carreira, mantendo discreção nas redes para preservar o mistério das personagens e permitir leituras mais livres do público.
Perspectivas para 2026 e estilo de atuação
Entre planos e possibilidades, Carla diz estar aberta aos caminhos que surgem, mantendo determinação. Em 2026, ela adianta que continuará perseguindo sonhos com entrega e foco na verdade da performance.
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