- Miles Teller revelou que reduziu drasticamente perfis e entrevistas impressas após se sentir “violado” por uma matéria de 2015 da Esquire que o descreveu como “meio babaca” e sugeriu que ele encantaria o mundo com a arrogância.
- A declaração foi feita durante o Festival de Cannes, onde promove o filme Paper Tiger, direção de James Gray e com elenco que inclui Adam Driver e Scarlett Johansson.
- Em entrevista ao IndieWire, o ator afirmou que a experiência mudou completamente sua relação com a imprensa, dizendo que a matéria foi mal conduzida e pode ter distorcido falas.
- Teller deixou claro que não participou de entrevistas em vídeo porque temia que falas fossem tiradas de contexto ou usadas sem veracidade.
- O ator citou que perfis negativos atraem mais atenção e que, no fim das contas, o importante é como se trata as pessoas quando se deita, ressaltando que colegas sabem quem ele realmente é.
Miles Teller relembra episódio de 2015 em que a Esquire o descreveu como meio babaca, dito de forma que ele afirmam ter sido uma violação de sua imagem. O relato, feito durante o Festival de Cannes, aponta que esse momento mudou drasticamente sua relação com a imprensa e com perfis impressos.
O ator de Whiplash e Paper Tiger afirmou que passou a reduzir significativamente sua participação em entrevistas não gravadas em vídeo. Ele diz ter ficado preocupado com distorções e falta de contexto em matérias futuras. Teller ressaltou que a sensação foi de violação do que realmente havia acontecido.
Durante Cannes, Teller promove o filme Paper Tiger, de James Gray. O elenco ainda inclui Adam Driver e Scarlett Johansson, com estreia prevista para o circuito internacional. A obra motiva a reflexão do ator sobre como a imprensa pode moldar a percepção pública de uma pessoa.
Mudança de paradigm
Teller conta que a reportagem da Esquire, publicada em 2015, gerou assédio midiático e críticas em Hollywood na época, destacando traços de arrogância no perfil. O ator diz ter ficado surpreso ao reconhecer o retrato como não condizente com quem é na vida real.
O artista narra ter comunicado sua posição à equipe, afirmando que não participaria de novas entrevistas sem registro audiovisual para evitar distorções. Ele também comentou o papel da negatividade na atratividade de perfis na indústria do entretenimento.
Ainda conforme o relato, colegas de trabalho sabem quem ele é de verdade, pois convivem com ele nos sets de filmagem. Teller afirma que o ambiente de produção expõe a essência de cada profissional, dificultando máscaras.
Antes da divulgação oficial no festival, Teller já havia se manifestado publicamente nas redes sociais. Em postagem posterior à matéria, ele defendeu sua versão e criticou a representação como imprecisa.
Fonte desta matéria: Variety
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