- Vídeo em Dubai em que Virginia Fonseca beija um macaco gerou críticas envolvendo o jogador Vini Jr., apontado por internautas como alvo de racismo.
- A influencer pediu desculpas nas redes sociais, dizendo que não houve segunda intenção no registro.
- Ela ressaltou que costuma visitar zoológicos com frequência e reconheceu que o momento pode ter sido inadequado, pedindo compreensão a quem se sentiu ofendido.
- Virginia reforçou o respeito pela relação passada com Vini Jr. e afirmou que continua apoiando o jogador na luta contra o racismo, independentemente do status do relacionamento.
- Vini Jr. tem histórico de ataques raciais nos futebol europeu e, em maio, lançou um escritório de advocacia gratuito para acolher e defender vítimas de racismo no Brasil.
Após viralizar nas redes, a influenciadora Virginia Fonseca pediu desculpas publicamente por um vídeo em que aparece beijando um macaco em Dubai, gravado durante viagem aos Emirados Árabes. A publicação gerou críticas por associar o registro a ataques racistas envolvendo o ex-namorado, o jogador Vini Jr.
Virginia explicou nos Stories que costuma frequentar zoológicos com os filhos e que já havia feito registro semelhante no passado, em que beijavam a barriga do macaco. Ela afirmou que não houve segunda intenção e que o momento pode ter sido inadequado.
A influencer destacou que é contrária ao racismo e pediu desculpas a quem se sentiu ofendido, reconhecendo a repercussão negativa. Também afirmou manter o respeito pela relação passada com Vini Jr. e reiterou apoio na luta contra a discriminação.
Repercussão e posicionamento
Vini Jr., alvo de ofensas raciais nos estádios europeus, tem mostrado atuação pública contra o racismo. Em 13 de maio, o jogador lançou um escritório de advocacia gratuito para acolher e defender vítimas de racismo no Brasil, fortalecendo seu engajamento nessa pauta.
A relação entre Virginia e Vini Jr. já terminou, mas o atacante continua ativo em causas sociais e no combate à discriminação. A dupla não tem participações conjuntas anunciadas, mas a defesa de direitos civis permanece como tema recorrente em seus históricos.
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