- Desfile cruise 2027 da Louis Vuitton aconteceu no The Frick Collection, em Nova York, na noite de quarta-feira, 20, com a direção criativa de Nicolas Ghesquière.
- A coleção conectou Paris e Nova York, misturando referências da cultura pop americana, alfaiataria francesa e obras de Keith Haring.
- Entre as invitadas estiveram Anne Hathaway, Emily Blunt, Cate Blanchett e Zendaya; o tom dominante foi o cinza.
- O Brasil teve presença marcante: Ellen Borges, de Aracaju, desfilou aos 26 anos, com looks vibrantes em verde e roxo, representando a nova geração da moda.
- Outra brasileira na passarela foi Larissa Moraes, de Salvador, aos 20 anos, que desfilou com blazer estampado de Keith Haring; a coleção incorporou grafites, paetês e referências à cultura pop.
A Louis Vuitton abriu o desfile Cruise 2027 no museu The Frick Collection, em Nova York, na noite de quarta-feira (20). Sob a direção criativa de Nicolas Ghesquière, a coleção conecta Paris e Nova York, combinando referências da cultura pop norte-americana, alfaiataria francesa e obras de Keith Haring. A apresentação reforça a estratégia de grandes grifes de explorar a cidade como cenário.
O evento contou com presença de nomes da cinema e da moda, como Anne Hathaway, Emily Blunt, Cate Blanchett e Zendaya. Os looks mantiveram diversidade, com predominância do cinza, tendência de inverno anunciada pela marca.
Brasileiras na passarela
A presença nacional ganhou destaque com a sergipana Ellen Borges, de Aracaju, aos 26 anos. Ela já desfilou para marcas como Jacquemus, Burberry e Loewe, além de passagens por Paris, Milão e Londres. Borges desfilou com look verde e roxo, em uma das combinações vibrantes da apresentação.
Outra brasileira foi a baiana Larissa Moraes, de Salvador, aos 20 anos. Ela já integrou campanhas de Valentino, Balmain, Dior, Miu Miu, Balenciaga e Louis Vuitton. Moraes cruzou a passarela com blazer estampado que trazem referências de Keith Haring.
Inspiração e detalhes de design
A ideia da curadoria envolveu inserir trabalhos de Haring na coleção, após Ghesquière encontrar uma mala dos anos 1930 da maison transformada em tela pelo artista. O desfecho foi uma ponte entre tradições parisienses e a energia de Nova York, conectando passado e futuro.
Entre referências, apareceram elementos da Era Dourada dos EUA, grafites convertidos em bordados e paetês, além de acessórios inspirados em caça-níqueis e chassis de automóveis. Os Salões Frick, com traços franceses, serviram como cenário para o contraste entre tradição europeia e vigor da cidade.
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