- Antonio Fagundes dirige a peça Sete Minutos – Uma Comédia no Tempo Certo, escrita há vinte e seis anos, em cartaz no Teatro Cultura Artística, em São Paulo.
- O espetáculo discute distrações e interrupções, especialmente o uso de celulares pela plateia, que prejudicam o “voo mágico” do teatro.
- Durante a apresentação, o elenco relata situações de ruídos e atraso, incluindo uma reação de Fagundes ao som de tosses e pigarros na plateia.
- O ator mantém a prática de não permitir atrasos no início das sessões, postura que já resultou em ações judiciais envolvendo espectadores.
- A montagem mistura humor ácido com crítica ao comportamento contemporâneo, representado por personagens que confrontam a relação entre público e artistas.
Antonio Fagundes dirige a peça Sete Minutos – Uma Comédia no Tempo Certo, escrita há 26 anos, em cartaz no Teatro Cultura Artística, no centro de São Paulo. O espetáculo aborda a relação entre público e artistas, com foco nas interrupções e distrações modernas, como celulares.
Durante a montagem, o público é apresentado aos desafios que afetam a concentração no palco, como mensagens que interrompem a encenação e quebram o “voo” da narrativa. A obra utiliza humor mordaz para explorar esse tema.
Ao longo da produção, o elenco inclui nomes como Fábio Esposito, Natália Beukers, Walter Breda, Norival Rizzo, Ana Andreatta e Conrado Sardinha. A direção é de Fagundes, que também assina o texto.
A prática de barrar atrasos já fez parte da trajetória do artista, que costuma manter início de sessão rígido. Em 2025, um casal acionou na Justiça a proibição de entrada após o horário, mas a decisão foi favorável aos artistas, por constar no ingresso o começo da sessão.
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