- A influenciadora Deolane Bezerra, 38, foi presa nesta quinta-feira (21) em operação da Polícia Civil de São Paulo e do Ministério Público, ligada a apurações sobre lavagem de dinheiro associadas ao PCC.
- Horas antes da prisão, ela posou com uma bolsa Hermès, avaliada em cerca de US$ 65 mil (acima de R$ 325 mil na cotação atual).
- O patrimônio da influenciadora inclui bolsas de grife (Chanel, Louis Vuitton e Prada) entre os itens de luxo.
- Foram apreendidos quatro carros na operação: Range Rover, Escalade, Jeep Limited e Mercedes‑AMG, com valor total estimado em mais de R$ 2,5 milhões.
- Deolane diz possuir mais de 12 imóveis, incluindo uma casa em Orlando, adquirida em julho de 2024 (12ª casa), e um jatinho particular adquirido em dezembro de 2025 para 7 passageiros, estimado em milhões de reais.
Deolane Bezerra, 38, foi presa nesta quinta-feira (21) durante uma operação da Polícia Civil de São Paulo e do Ministério Público que investiga possível esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC. A ação também cumpriu mandados contra membros ligados à liderança da facção, incluindo familiares de Marcola.
A investigação aponta bloqueio de valores, apreensão de veículos de luxo e outras medidas restritivas contra alvos. O objetivo é esclarecer movimentações financeiras atípicas desde 2019, associadas a empresas, operadores financeiros e a organização criminosa.
Patrimônio de Deolane
- Bolsas: coleção com itens de marcas de luxo, incluindo Hermès, Chanel, Louis Vuitton e Prada, além de uma bolsa exibida dias antes da prisão.
- Carros: quatro veículos apreendidos na operação, entre eles Range Rover, Escalade, Jeep Limited e Mercedes-AMG; o conjunto pode superar milhões de reais.
- Casas: a influenciadora já mostrou imóveis no exterior, com ao menos 12 propriedades relatadas, incluindo uma casa em Orlando, na Flórida.
- Jatinho: em dezembro de 2025 foi adquirido um jato particular com assentos para 7 pessoas, avaliado em milhões de reais.
Contexto da operação
- Local de atuação: Estado de São Paulo, com desdobramentos que atingem presas associadas à liderança da organização criminosa.
- Data: prisão ocorrida na manhã de quinta-feira (21).
- Motivação: apuração de lavagem de dinheiro e ligações entre empresas, operadores financeiros e o PCC, iniciada a partir de documentos encontrados em 2019 na Penitenciária II de Presidente Venceslau.
Fontes oficiais destacam que a justiça determinou bloqueios de ativos e novas medidas restritivas contra os investigados. A investigação continua para esclarecer vínculos entre patrimônio pessoal de investigados e operações da organização criminosa.
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