- Bruno Gagliasso criticou Juliano Cazarré e o curso O Farol e a Forja, chamando-o de “triste, feio, vergonhoso” e citando a polêmica entrevista no GloboNews Debate de 12.
- Ele afirmou que não é possível apoiar quem afirma que mulheres matam mais do que homens e ganha dinheiro com isso.
- O ator defendeu que ser homem envolve desconstrução e aprendizado constante, com influência da esposa e da filha.
- Gagliasso expressou preocupação com a educação de crianças sobre masculinidade promovida por fóruns red pill, citando que essas pessoas geraram seis filhos.
- Ele disse não querer ser reconhecido por definições problemáticas de masculinidade: homens que não choram, que não usam roupas femininas ou que ditam comportamentos; prefere que os filhos vejam homens que choram e sentem.
Bruno Gagliasso abriu espaço para discutir masculinidade durante participação no podcast Conversa Vai, Conversa Vem, destacando críticas ao curso O Farol e a Forja, de Juliano Cazarré. O ator afirmou que o conteúdo do curso é carregado de mensagens negativas sobre homens e mulheres, citando controvérsia sobre declarações do colega em debate na GloboNews.
Segundo Gagliasso, há preocupação com a forma de educação de crianças diante de abordagens associadas ao movimento red pill. O ator afirmou que a educação familiar é fundamental para reconstruir a percepção de masculinidade, especialmente em um momento marcado por altos índices de violência contra mulheres.
Gagliasso destacou que ser homem, para ele, envolve aprender continuamente, inclusive com a parceira e com a filha. O comentário também abordou a necessidade de reconhecer emoções, incluindo a possibilidade de chorar, como parte da identidade masculina, sem promover padrões de comportamento ou dominação.
Contexto e reação
O tema envolvendo Juliano Cazarré ganhou repercussão após entrevistas e ações associadas ao curso citado. A equipe de Cazarré não se pronunciou até a publicação desta matéria. A audiência acompanha o desenrolar do debate sobre educação de gênero e masculinidade no Brasil.
Perspéticas sobre educação e papéis de gênero
Gagliasso reiterou a importância de uma visão de masculinidade que valorize empatia e reconhecimento emocional. O apresentador do podcast destacou que menções a cursos que promovem padrões rígidos podem gerar impactos na formação de crianças e jovens. A fala do ator também questionou a ideia de protagonismo masculino em contextos de violência contra mulheres.
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