- Bruno Gagliasso criticou o curso sobre masculinidade promovido por Juliano Cazarré durante o videocast “Conversa Vai, Conversa Vem”, chamando a proposta de absurdo.
- O ator afirmou não concordar com o discurso de Cazarré e expressou preocupação com o impacto desse tipo de conteúdo, citando que não se pode dar palco a ideias sobre mulheres que poderiam justificar violência.
- Gagliasso também criticou posições extremistas, dizendo não se identificar com esse pensamento e utilizando linguagem contundente para rejeitá-lo.
- Ele disse que, na visão dele, o papel do homem hoje é mais ouvir do que protagonizar, especialmente em um momento de debate acalorado sobre masculinidade e questões de gênero.
- O ator ressaltou que está aprendendo e que a influência da família — especialmente da esposa e da filha — guia sua compreensão, destacando que a evolução social provoca reações contrárias de determinados grupos.
Bruno Gagliasso criticou publicamente Juliano Cazarré após a polêmica gerada por um curso sobre masculinidade promovido pelo colega. A declaração ocorreu durante a participação de Gagliasso no videocast Conversa Vai, Conversa Vem, publicada nas redes. O tom foi direto e a crítica partiu da própria visão do ator sobre o conteúdo.
O artista afirmou que o projeto é triste, feio e vergonhoso e acusou que Cazarré estaria propagando informações falsas. A reação, segundo ele, ganhava peso por envolver mentiras atribuídas ao assunto, o que ele considerou inaceitável.
Entre as críticas, Gagliasso disse não reconhecer o discurso defendido pelo colega e apontou preocupações sobre o impacto desse tipo de conteúdo. Ele afirmou que não apoia posições extremistas associadas ao debate e ressaltou que não se identifica com esse tipo de pensamento.
Visão sobre masculinidade
Durante a fala, Bruno comentou que a compreensão moderna de masculinidade envolve escuta e empatia, em vez de protagonismo. Ele citou a importância de olhar para um cenário onde as mulheres enfrentam violência e deslegitimou correntes que, em sua leitura, simplificam o tema.
Ele disse que a desconstrução pessoal é parte do processo de entender o que significa ser homem hoje. Afirmou que as transformações sociais provocam resistência de determinados grupos e que quem busca ser exemplo deve seguir por caminhos mais conciliadores.
Bruno mencionou que aprende com a relação com a família, destacando a influência da mulher e da filha em sua visão de mundo. Por fim, reforçou a ideia de que a evolução social exige cuidado com discursos que possam desvirtuar o papel masculino.
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