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Junior Lima busca Justiça após perícia apontar risco de mofo em imóvel alugado

Laudo pericial aponta possível vício oculto na construção, mas não confirma infiltração generalizada; novo capítulo na ação de aluguel envolvendo Junior Lima

Junior Lima na Justiça: irmão de Sandy recebe boa e más notícias em laudo de especialista após romper contrato de imóvel por conta de mofo e infiltração.
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  • Junior Lima foi citado na Justiça após romper um contrato de aluguel; nova fase do processo envolve perícia no imóvel.
  • O laudo, assinado pelo engenheiro civil Diego Nunes Pinheiro, aponta que há sustentação para afirmar problema estrutural, mas não identifica umidade excessiva nem infiltração generalizada.
  • O perito afirma que o mofo pode ter resultado do mau uso do imóvel pelos locatários, incluindo falta de ventilação, e que o imóvel não seria completamente inabitável.
  • A perícia foi determinada pelo juiz Sérgio Ludovico Martins, com apresentação de Fabia Oliveira, do Metrópoles, via portal PurePeople.
  • O documento pode impactar financeiramente o caso, com referência a possível pagamento de até R$ 100 mil ao proprietário do imóvel.

Junior Lima é alvo de ação na Justiça após romper contrato de aluguel. Um laudo pericial concluiu avaliação do imóvel, trazendo notícias relevantes ao caso. O processo envolve um empresário proprietário do apartamento locado anteriormente pelo artista.

O juiz Sergio Ludovico Martins determinou a realização da perícia no imóvel. O engenheiro civil responsável foi Diego Nunes Pinheiro, contratado para analisar condições da propriedade e comprovantes de infiltração.

Segundo o perito, há respaldo para a defesa de Junior Lima ao mencionar possível problema estrutural na construção. A perícia aponta falha potencial que configuraria vício oculto, sustentando a tese de risco à saúde por umidade.

Entretanto, o laudo também apresenta pontos que divergem da linha adotada pelo músico. O especialista afirma que não foi constatada infiltração generalizada nem umidade excessiva suficiente para tornar o imóvel totalmente inabitável.

O relatório aponta que o mofo poderia estar relacionado a uso inadequado do espaço, com ventilação inadequada. O documento soma cerca de 200 páginas e deve embasar as próximas decisões judiciais sobre o rompimento do contrato e possíveis indenizações.

A comissão de peritos deverá consolidar as informações para definir responsabilidades. O empresário dono do imóvel sustenta que o locatário violou cláusulas contratuais, o que motivou a rescisão e multas previstas no acordo de aluguel.

Ainda não há decisão final sobre eventual indenização. O valor estimado que pode ser discutido é próximo de R$ 100 mil, envolvendo custos e danos alegados pela parte anfitriã. A partir de agora, o andamento seguirá para novas etapas processuais.

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