- Laura Neiva e Chay Suede mantêm a ponte aérea entre São Paulo e Rio de Janeiro, com a família morando em SP e ele indo para o Rio conforme a agenda.
- Eles são pais de três filhos: Maria, 6 anos; José, 4; e Ana, 1 ano.
- A logística da casa depende de flexibilidade, respeitando horários de escola e as folgas de Chay.
- A prioridade do casal é ficar juntos e manter a presença um do outro, com os filhos sendo consequência dessa escolha.
- Momentos simples fortalecem a relação: Laura assiste às apresentações de Chay e ele lê histórias na hora de dormir, quando possível.
Laura Neiva revelou como mantém a rotina de casal entre São Paulo e Rio de Janeiro, conciliando carreira, maternidade e afeto com Chay Suede. O casal enfrenta a distância com flexibilidade logística para ficar juntos.
A família vive entre as duas cidades, já que as crianças estudam em São Paulo, enquanto Chay trabalha no Rio. A estratégia envolve ajustes frequentes aos horários de escola e aos compromissos profissionais de cada um.
A relação permanece prioritária, segundo a modelo. Mesmo com a correria, a convivência é construída com presença constante, foco no afeto e a ideia de manter a união como base da organização diária.
Rotina e ajustes
Em vez de buscar perfeição, o casal aposta na adaptação contínua para manter a ligação. A flexibilidade de horários é essencial para que a paternidade e o trabalho fluam com menos atritos.
Pequenos momentos ganham destaque: encontros com amigos, apoio mútuo nos projetos e momentos simples em família. A exemplo, ela acompanha as apresentações da peça de Chay sempre que possível.
O pai também estabelece rituais no dia das crianças, mesmo com a agenda apertada. Ele participa da hora de dormir, lendo histórias e criando narrativas para as filhas, fortalecendo os laços.
Sobre a família
Ao todo, Laura Neiva e Chay Suede são pais de Maria, 6 anos, José, 4, e Ana, 1. Entre viagens e compromissos, a dupla busca manter a presença emocional e a parceria como pilar da convivência.
A história da ponte aérea ilustra como a adaptação constante e a comunicação aberta ajudam a sustentar uma família entre duas metrópoles, sem abrir mão de afeto e apoio mútuo.
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