- Nicolas Cage afirmou que diretores consagrados costumam cortar laços após ouvir um “não”, prática que ele diz acontecer “milhães de vezes” na indústria.
- Entre os cineastas citados por ele estão Christopher Nolan, Woody Allen e Paul Thomas Anderson, que não o chamaram novamente após recusas em projetos.
- O ator destacou que nem todos agem assim; David O. Russell foi apontado como exceção, oferecendo nova proposta mesmo após recusa inicial.
- Além disso, Cage divulgou que estreará em Spider-Noir, série em live‑action no Prime Video, com estreia prevista para 27 de maio.
- A série terá todos os episódios disponíveis em duas versões: preto e branco e colorida, com Cage no papel do Homem-Aranha Noir.
Nicolas Cage, 62, fala sobre as consequências de recusar projetos em Hollywood. Em conversa com o The New York Times, o ator diz que diretores consagrados costumam cortar laços após ouvir não, uma reação comum na indústria. A explicação é de que esse comportamento afeta o ego dos profissionais envolvidos.
Entre os diretores citados pelo ator como magoados estão Christopher Nolan, com quem negociou o filme Insônia; Paul Thomas Anderson, na época de Jogada de Risco; e Woody Allen. Cage afirma que, na maioria dos casos, esses cineastas não retornam com novas propostas após uma recusa. A prática, diz, não é universal, mas é comum.
David O. Russell é apresentado como exceção: o diretor de O Lado Bom da Vida teria oferecido nova proposta a Cage mesmo após a recusa inicial, contrariando o circuito habitual dos bastidores de Hollywood.
Estreia no streaming
Além dos bastidores, Cage divulga seu próximo projeto na televisão. Ele protagoniza a série em live-action Spider-Noir, que estreia no Prime Video no dia 27 de maio. Na trama, ele retorna ao papel do Homem-Aranha Noir, previamente apresentado em animações da franquia Aranhaverso. Diferencial da temporada: todos os episódios chegam em duas versões, em preto e branco e colorida.
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