- A família de Ozzy Osbourne anunciou a criação de um avatar em tamanho real, alimentado por inteligência artificial, desenvolvido pelas empresas Hyperreal e Proto Hologram.
- A confirmação foi feita por Jack Osbourne e Sharon Osbourne no Licensing Expo, em Las Vegas, em 20 de maio.
- Ozzy Osbourne morreu em julho de 2025, aos 76 anos.
- A ideia é que o avatar converse com fãs e responda como Ozzy, com aparições em telas interativas em locais ainda não divulgados nos Estados Unidos e no Reino Unido, ainda neste ano.
- A família diz que o projeto utiliza material autorizado pelos herdeiros e que a tecnologia permitirá uma “performance viva”; fãs, porém, criticaram a iniciativa e questionaram se respeita a vontade do artista.
Ozzy Osbourne ganhará avatar em AI, em versão de tamanho real, anunciado pela família do músico. A ideia é criar uma apresentação digital do falecido frontman do Black Sabbath, com conversas com fãs e respostas em tempo real, baseada em material autorizado.
A parceria envolve a família Osbourne, o filho Jack e a esposa Sharon, e as empresas Hyperreal e Proto Hologram. A confirmação ocorreu no Licensing Expo, em Las Vegas, no dia 20 de maio. Osbourne faleceu em julho de 2025, aos 76 anos.
A proposta é transformar Ozzy em uma performance ao vivo digital, que poderá falar, mover-se e interagir como ele. Segundo a Hyperreal, o avatar usa apenas material autenticado e consentido pelos familiares.
Detalhes operacionais
O avatar estará disponível inicialmente em telas sensíveis ao toque, em locais ainda não divulgados nos EUA e no Reino Unido, ainda neste ano. A empresa afirma que o recurso será mais que uma imagem estática, funcionando como uma apresentação interativa.
Reação do público e contexto
Alguns fãs criticaram a ideia, tensa com o uso de imagem de Ozzy para publicidade. Jack Osbourne comentou, em tom conciliador, que o projeto será conduzido com tecnologia avançada e com grande cuidado, sem se tratar apenas de anexar a imagem a uma ferramenta simples de geração de conteúdo.
Contexto histórico
A tecnologia de hologramas de artistas mortos já foi usada anteriormente, em casos como Tupac Shakur e Roy Orbison. Em 2018, uma turnê com holograma de Amy Winehouse também gerou controvérsia, antes de ser finalmente encerrada por questões de sensibilidade e logística.
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