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Doença levou Isis Valverde a ser internada três vezes em 2026

Isis Valverde relata três internações em 2026 por doença celíaca, condição autoimune ligada ao glúten

Pesquisa indica que doneça ainda é subnotificada no Brasil
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  • Isis Valverde, 39, contou que foi internada três vezes em 2026 por doença celíaca, condição autoimune desencadeada pelo glúten.
  • A doença celíaca é uma intolerância ao glúten, herdada, que irrita o revestimento do intestino delgado e reduz a absorção de nutrientes.
  • Após a ingestão de glúten, podem aparecer diarreia, perda de peso e desnutrição; em crianças podem ocorrer atraso no crescimento e fezes claras.
  • Cerca de sete por cento das pessoas com doença celíaca desenvolvem dermatite herpetiforme, erupção cutânea dolorosa com prurido.
  • No Brasil, estima-se subnotificação, com cerca de oitenta por cento das pessoas não diagnosticadas; o diagnóstico envolve exames de sangue, anticorpos e, em alguns casos, biópsia intestinal.

Isis Valverde, 39, informou em redes sociais que foi internada três vezes em 2026 devido a uma condição autoimune. A atriz destacou que a doença celíaca é desencadeada pela ingestão de glúten e que estreita o cuidado com a alimentação.

A doença celíaca é uma intolerância ao glúten, herdada, que provoca inflamação no intestino delgado e prejudica a absorção de nutrientes. Após o consumo de glúten, aparecem diarreia, perda de peso e, em casos graves, desnutrição.

Entre os gatilhos está o contato com óleo que fritou glúten, o que pode agravar o mal-estar. A atriz relatou que, no início deste ano, já tinha sido internada em três ocasiões durante o trabalho.

A condição pode se manifestar na infância com desconfortos estomacais, distensão abdominal e fezes claras. Crianças diagnosticadas podem apresentar menor crescimento e palidez.

A doença é mais grave quando não tratada, com risco de desnutrição e deficiência de vitaminas. Em algumas pessoas, há surgimento de dermatite herpetiforme, erupção cutânea dolorida com coceira.

No Brasil, a doença celíaca permanece subnotificada. Estima-se que até 1,4% da população mundial tenha a condição, mas cerca de 80% das pessoas no país seguem sem diagnóstico, segundo a Fenacelbra.

O diagnóstico envolve exames de sangue para anticorpos específicos e, confirmando, pode exigir biópsia do intestino delgado. Também há testes genéticos para avaliar a predisposição à doença.

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