- Deolane Bezerra foi presa na quinta-feira, 21 de maio, durante a Operação Vernix e está no presídio de Tupi Paulista, interior de São Paulo, em prisão preventiva.
- Ela divide uma cela especial de cerca de nove metros quadrados com outra advogada; a unidade concede o regime especial a profissionais da área que ainda não foram condenados definitivamente.
- A cela não é luxuosa e a estrutura inclui beliche, ventilador, chuveiro e espaço restrito; o presídio, segundo relatos, opera com superlotação.
- A rotina no complexo segue horários fixos de alimentação, banho de sol e retorno às celas, com café da manhã às 7h, banho de sol pela manhã e tarde, almoço às 11h e jantar às 18h.
- A transferência de Santana para Tupi Paulista não altera o fato de a detida permanecer presa preventivamente; o direito à cela especial é apenas uma garantia durante a custódia, não implica liberdade.
A influenciadora Deolane Bezerra está presa na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo. Ela foi detida na quinta-feira (21) durante a Operação Vernix e é investigada por um possível esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC. Inicialmente houve transferência da Penitenciária Feminina de Santana para Tupi Paulista.
Deolane divide uma cela especial de aproximadamente 9 metros quadrados com outra advogada. A prisão é justificada pela condição de profissional regular da OAB, assegurando o direito à cela especial durante a custódia cautelar, conforme o Estatuto da Advocacia.
Apesar da separação de outras detentas, a cela não oferece luxo e apresenta beliche, ventilador, chuveiro e espaço limitado. A unidade enfrenta superlotação, com 873 mulheres presas contra uma capacidade de 714.
A rotina no presídio de Tupi Paulista segue horários fixos: café da manhã às 7h, livre acesso ao banho de sol às 8h, almoço às 11h, novo banho de sol às 13h e jantar às 18h, com retorno aos pavilhões ao final. Deolane utiliza a mesma infraestrutura médica, odontológica e ginecológica disponível para todas as internas, bem como a alimentação padrão da unidade.
Até o momento, a defesa não confirmou autorização para prisão domiciliar. A negativa de libertação mantém a prisão preventiva, com possibilidade de recursos da defesa para revisão da decisão judicial.
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