- A peça Sete Minutos está em cartaz no teatro Cultura Artística, de 21 de maio a 1º de agosto, com texto e direção de Antonio Fagundes.
- Fagundes afirma que tudo na peça é verídico e que ele vivenciou aquilo ao longo de anos de palco.
- O artista diz que quem chega atrasado ou mantém celular ligado quebra a mágica da apresentação e atrapalha quem está no horário.
- Já houve processo envolvendo atraso: um casal pediu quarenta mil reais por danos morais, alegando ter chegado 30 segundos atrasado; a ação foi julgada improcedente.
- Em outra produção, “O Céu da Língua”, com Gregório Duvivier no Teatro Bradesco, houve casos de chegada atrasada, inclusive em dia de jogo de futebol perto do teatro.
O ator Antonio Fagundes afirma que a peça Sete Minutos é fiel à sua experiência de plateia e de palco. Ele disse, em conversa com a Coluna, que tudo na encenação corresponde ao que viveu ao longo dos anos de atuação.
No elenco, o texto é dele e a direção também. A montagem estreou em 21 de maio no teatro Cultura Artística, com término previsto para 1º de agosto. Fagundes não atua, mas supervisiona a produção e a preservação da relação entre público e espetáculo.
A decisão de fechar as portas no horário já gerou desdobramentos legais. Um casal ingressou com ação, pedindo indenização de 20 mil por danos morais após chegar 30 segundos atrasado; o processo foi rejeitado.
Pontos de tensão em cena
Fagundes afirmou que quem chega atrasado ou o celular ligado quebra a mágica do show e incomoda quem está no horário. A situação é repetida por espectadores que valorizam a disciplina cênica.
Interferências como conversar, tossir continuamente ou invasões do espaço do palco costumam gerar irritação entre atores e público que respeita o horário. Situações semelhantes aparecem em outras produções da cidade.
Observação sobre outros espetáculos
Em O Céu da Língua, encenado no Teatro Bradesco, houve relatos de atrasos durante a apresentação, principalmente em dias de grande público. O contraste entre a experiência de quem chega no horário e quem chega atrasado é apontado como desafio comum.
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