- Deolane Bezerra, presa desde o dia 21, enfrenta novo capítulo na Justiça ligado a seu filho Kayky e a acusação de propaganda enganosa de plataformas de jogos de azar.
- A ação envolve pedido de indenização por danos morais no valor de R$ 60.720 mil.
- Kayky é citado na denúncia por uma pessoa anônima, com Deolane apontada como responsável pela divulgação por ter trabalhado com o filho, ainda que ele tenha atuado quando menor de idade.
- A reviravolta ocorreu após a prisão de Deolane, quando a denunciante abriu mão do processo contra a influenciadora.
- A investigação cita ainda que a legislação impede que presos integrem ações nos Juizados Especiais, o que afeta a continuidade do processo.
A Justiça abriga um novo capítulo envolvendo Deolane Bezerra, a influenciadora e advogada que está presa desde o dia 21. O caso envolve acusação de propaganda enganosa sobre plataformas de jogos de azar e envolve também o filho Kayky, citado em meio a uma ação civil. O desdobramento ocorre poucos dias após a terceira prisão da influenciadora em menos de dois anos.
Conforme apuração, a ação envolve alegação de propaganda enganosa ligada a jogos de azar. O processo cita o filho de Deolane, sob a alegação de que apenas o jovem divulgou o conteúdo, já que ele era menor de idade na época. A reportagem indica que Deolane, na condição de responsável legal, também aparece no polo acionado.
Aduz-se que a denunciante, identificada como D.S.S., moveu uma indenização de R$ 60.720 mil por danos morais. A informação foi veiculada pela colunista Fabia Oliveira, do Metrópoles. A defesa da influenciadora ainda não se manifestou publicamente sobre a nova fase do processo.
Reviravolta após citação na Justiça
O novo contorno envolve a prisão de Deolane e a provocação de uma desistência de uma das partes, que abriu mão do processo contra a influenciadora após a detenção. A lei brasileira impede que pessoas presas integram ações que correm nos Juizados Especiais, o que impacta a participação de Deolane no caso por ser responsável pelo filho citado.
Segundo as informações disponíveis, a anônima que moveu a ação alegava que Kayky teria veiculado a propaganda, ainda que sob tutela da mãe, o que geraria responsabilidade solidária. A pacificação de pontos processuais depende de decisões judiciais, com andamento previsto nas próximas semanas.
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