- Foi sancionada a lei que transforma a vida e a obra de Titina Medeiros em patrimônio cultural e artístico imaterial do Rio Grande do Norte.
- Titina Medeiros morreu em janeiro deste ano, aos 48 anos, vítima de câncer no pâncreas.
- A vereança reconhece a contribuição da atriz para a cultura potiguar, preservando sua memória e legado artístico.
- Titina era natural de Currais Novos, criada em Acari, teve carreira no teatro, TV, cinema e produções independentes, incluindo o grupo Clowns de Shakespeare.
- A proposta foi aprovada pela Assembleia Legislativa no início de maio e ganhou sanção da governadora Fátima Bezerra.
Foi sancionada nesta quarta-feira, 27, a lei que transforma a vida e a obra de Titina Medeiros em patrimônio cultural e artístico imaterial do Rio Grande do Norte. A norma reconhece a importância da atriz falecida em janeiro, aos 48 anos, vítima de câncer no pâncreas.
Natural de Currais Novos e criada em Acari, Titina teve atuação destacada no teatro potiguar e participou do grupo Clowns de Shakespeare. Também atuou na televisão, cinema e em produções independentes.
A proposta foi aprovada pela Assembleia Legislativa no início de maio e recebeu sanção da governadora Fátima Bezerra. O objetivo é preservar a memória e a contribuição de Titina para a cultura do estado.
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