- Carol Celico desmentiu boato de que se separou de Kaká por ele ser “perfeito demais” e disse que as palavras nunca saíram de sua boca.
- Ela afirma que a fake news circula há anos, gerando ataques e julgamentos, e que pretende tomar medidas legais contra as mentiras.
- Celico explicou que a história começou a circular quando estava grávida de nove meses, lendo a mentira em sites no Brasil e no exterior.
- Segundo a empresária, o boato teria origem em tabloides estrangeiros a partir de uma interpretação de entrevista dada em 2022.
- Atualmente, Celico é empresária com a marca NIINI, apresenta um podcast e planeja ações legais para interromper a difusão da fake news.
Carol Celico, empresária e influenciadora, desmentiu nesta quinta-feira (28) boatos de que teria se separado de Kaká por ele ser “perfeito demais”. A afirmação circulava como fake news há anos e provocou ataques nas redes.
Em vídeo publicado em suas redes, Celico afirmou: “Essas não são palavras minhas e nunca foram. Isso é uma mentira”. Ela disse ainda que a legenda foi reproduzida por diversos sites, em Brasil e exterior, sem autorização.
Segundo Celico, o boato surgiu a partir de uma interpretação de entrevista dada em 2022 a uma jornalista, quando ainda aguardava o nascimento do filho mais novo. Ela garantiu que não declarou separação e pediu desculpas por qualquer tramo.
A empresária lembrou que o rumor atingiu também as duas famílias e que tem adotado medidas legais para defender sua imagem. “Vou usar instrumentos legais para parar com a mentira”, afirmou.
Carol Celico ficou famosa ao casar com Kaká em 2005, aos 18 anos, e teve dois filhos. O casal se separou em 2015; no ano seguinte, ela começou a namorar o empresário Eduardo Scarpa, com quem se casou em 2021.
Ao longo da vida profissional, Celico atuou em várias frentes: gastronomia, organização de festas, música, moda e mídia. Hoje, mantém a marca NIINI e um podcast sobre desenvolvimento pessoal.
Ela assegura que não participou de declarações sobre o ex-marido e reforça a necessidade de responsabilizar quem divulga informações falsas. A notícia destaca a adoção de medidas legais para cessar as difamações.
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