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De Kate Middleton a Tilda: o plissado volta a encantar a moda

O plissado retorna à moda, valorizando movimento e textura, impulsionado por Kate Middleton e Cannes, com looks que vão de fluidos a escultóricos

Tilda Swinton em Cannes: até ela se rendeu ao encanto do plissado
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  • O plissado volta a dominar a moda, oferecendo movimento, textura e elegância sem esforço.
  • Kate Middleton ajudou a popularizar pregas fluidas em compromissos oficiais, reacendendo uma estética refinada.
  • Em Cannes, surgiram versões diversas: vestidos líquidos, transparentes e peças arquitetônicas com pregas que criam volume e presença.
  • A tendência remete a históricas referências como Mariano Fortuny e Issey Miyake, que modernizaram o plissado sem perder sofisticação.
  • Nas ruas, o plissado migra do red carpet para looks casuais, com saias midi, camisetas e jaquetas oversized, mantendo o impacto visual.

O plissado volta a ganhar destaque na moda, com Kate Middleton e Jackie Cannes impulsionando a prática. A técnica cria pregas permanentes no tecido, conferindo movimento e sombras às peças. A moda atual valoriza fluidez, leveza e dramaticidade sutil.

No top de Cannes, o plissado aparece em diferentes leituras: vestidos quase líquidos que acompanham o corpo, e versões arquitetônicas que ganham volume. Lookings com pregas moldadas aparecem em propostas de Gucci, Alexander McQueen, Valentino e Chanel, entre outras grifes.

Kate Middleton tem sido um agente importante na retomada das pregas fluidas em compromissos oficiais. As peças da duquesa trazem caimento leve, tonos claros e movimento suave, reforçando uma imagem de elegância prática associada a sofisticação discreta.

Tilda Swinton, em aparência de impacto, surge com modelo vermelho da Chanel, apresentando pregas precisas que combinam tradição e experimentação. Outras presenças de destaque incluem Isabelle Huppert, Eva Longoria, Simone Ashley e Lelê Saddi, cada uma com interpretações distintas do plissado.

Origens da técnica

O plissado tem raízes históricas fortes e ficou imortalizado por Mariano Fortuny, com vestidos Delphos inspirados na Grécia Antiga. Décadas depois, Issey Miyake popularizou o movimento com o “Pleats Please”, uma proposta tecnológica, leve e resistente.

Essa herança explica o apelo atual: o plissado oferece movimento, textura e presença sem exigir rigidez. A silhueta alonga, cria verticalidade e transforma peças simples em itens com impacto visual imediato.

Aplicação contemporânea

Nas ruas, o plissado migra do glamour do red carpet para produções do dia a dia. Saias midi combinadas com camiseta e tênis aparecem ao lado de vestidos leves com jaquetas oversized. Modelos metalizados, herdados de Cannes, começam a aparecer em contextos noturnos urbanos.

O efeito visual das pregas também facilita variações: vestidos retos ganham dimensão, cores monocromáticas ganham contraste pela luz do tecido, e combinam com diferentes texturas para manter a identidade elegante.

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