- Ex-funcionário Carlo De Santis, que trabalhou na equipe de Britney Spears por anos, afirma nas redes sociais que ela continua blindada para que “pessoas certas” não se aproximem.
- Ele diz que o controle e o isolamento começaram bem antes da tutela e ainda moldam a vida da cantora.
- De Santis afirma ter esperança de que Britney recupere a vivacidade, mas aponta que o cotidiano atual é marcado por quem comanda a sua rotina.
- O profissional foi demitido após tirar uma selfie com Britney sem a permissão de Jamie Spears, pai da artista, mostrando o ambiente de vigilância.
- As declarações aparecem após o movimento #FreeBritney e questionam até que ponto o isolamento é mantido pela equipe.
O movimento #FreeBritney parecia indicar o fim de anos de controle sobre Britney Spears, mas novas declarações de um ex-funcionário acendem o alerta para a possibilidade de ainda haver restrições ao redor da cantora. Carlo De Santis afirma, em redes sociais, que o círculo próximo a Britney atua para mantê-la isolada do mundo externo.
De Santis afirma que o controle sobre a vida de Britney começou muito antes da publicização da tutela e que os efeitos desse regime abusivo ainda moldam o cotidiano da artista. O ex-funcionário diz manter uma esperança de que a cantora recupere a vivacidade que demonstrou após o ápice da tutela.
Contexto da tutela
Segundo o relato, a tutela foi criada para ser temporária, mas o retorno financeiro das turnês milionárias ajudou a mantê-la, segundo o ex-funcionário, transformando o regime em permanente. O objetivo seria preservar a imagem da cantora e facilitar decisões de gestão de patrimônio.
Demissão e episódio simbólico
De Santis relembra que foi afastado após tirar uma selfie com Britney sem aprovação de Jamie Spears, pai da artista, que comandou a tutela por mais de uma década. O episódio é citado como exemplo do ambiente de vigilância que marcava os bastidores da vida de Britney.
Implicações do relato
O ex-funcionário sustenta que críticas de internautas não anulam o que chama de vigilância contínua sobre a cantora. Ele afirma que, sem a comoção pública de 2019, Britney poderia ter passado mais tempo sob avaliação médica e reclusa em clínica de reabilitação.
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