- Olivia Rodrigo rebateu críticas de sexualização por ter usado um babydoll florido durante uma apresentação, dizendo que a discussão envolve pedofilia normalizada na cultura.
- A artista afirmou que já usou roupas potencialmente mais reveladoras no palco e que aquilo não foi considerado inadequado.
- A peça foi escolhida pelas stylist Chloe Delgadillo e Chenelle Delgadillo, e já apareceu no clipe de Drop Dead.
- Ela destacou a percepção de que a pedofilia é absurdamente normalizada e citou a culpa que costuma recair sobre as meninas.
- A fala também referências a inspirações punk, como Kathleen Hanna e Courtney Love, associando a estética a uma linguagem crítica e subversiva.
Olivia Rodrigo rebate críticas sobre o uso de um babydoll florido durante uma apresentação, defendendo a escolha de styling. Em entrevista recente, a cantora afirmou que já vestiu roupas mais reveladoras no palco sem que isso fosse considerado inadequado.
A peça, com mangas bufantes e acabamento rendado, foi escolhida pelas stylists Chloe e Chenelle Delgadillo. Rodrigo reforçou que a escolha não tem relação com uma imagem sexualizada criada para o palco.
Ela também comentou que a discussão envolve uma percepção cultural sobre a sexualização precoce e comentou que o discurso já permeia o modo como meninas são vistas desde cedo. A cantora tem 23 anos e vem explorando estética e imagem em seu repertório.
Referências e inspirações
A cantora citou figuras marcantes do movimento punk, como Kathleen Hanna e Courtney Love, que já usaram roupas associadas à feminilidade de modo irônico e político. A abordagem busca ampliar o significado da moda como ferramenta de expressão.
O uso do babydoll por Rodrigo dialoga com uma tradição estética que já aparece no clipe de Drop Dead, lançado anteriormente. A peça combina o tom pastel com o vestido consignado ao visual de palco.
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