- A brasserie bretonne Imprimerie, de Bannalec, lançou a cerveja de tom humorístico chamada “Mireille Mafieux”, que utiliza o nome Mireille Mathieu.
- Mireille Mathieu, com 79 anos, acionou defesa via advogada, alegando dano à reputação e exigindo destruição dos estoques e compensação por prejuízo.
- A cervejaria retirou as garrafas de venda e informou ter enviado uma carta à cantora admitindo o erro e que não tem condições de pagar indenização.
- A advogada da cantora confirmou, em 28 de maio, que as ações judiciais foram abandonadas; Mireille Mathieu afirmou que não busca dinheiro, mas respeito.
- A empresa afirma não abandonar o restante da linha de rótulos humorísticos e continuará com outras criações, mantendo a prática de nomes criativos.
A brasserie bretonne responsável pela cerveja intitulada Mireille Mafieux enviou medidas legais após a cantora Mireille Mathieu contestar o uso do seu nome em uma etiqueta. A demanda envolve remoção de estoques e compensação por dano à imagem, apresentada em meados de maio.
A empresa, instalada em Bannalec, Finistère, atua há anos com jogos de palavras nos nomes de seus rótulos. A situação atual se soma a controvérsias anteriores envolvendo a marca, como o caso da cerveja John Lemon, já resolvido de forma amigável com a cessação de vendas.
A canto da cantora de 79 anos sustenta que associar seu nome a um termo pejorativo prejudica sua reputação. O produtor, Aurélien Picard, afirmou que não há intenção de denegrir a imagem de Mathieu, classificando o caso como um jogo de palavras com traços infantis.
Desfecho parcial
O braseiro recebeu uma comunicação de uma advogada que exigia a destruição de estoque e compensação. Picard informou que retirou todas as garrafas de circulação e tentou serenidade com uma carta enviada à artista, acompanhada de documentos pessoais, sem oferecimento financeiro.
A leitura da correspondência pela defesa da cantora foi confirmada mais tarde. A advogada afirmou que, diante da tentativa de regularizar a situação, não haverá processo judicial. A decisão é motivada pela busca de respeito à artista, não por fatores financeiros.
Para o produtor, a notícia trouxe alívio, mesmo com a preocupação de manter sua linha criativa. Continuará a comercializar rótulos como Christian Gravier e Jean Gol Potier, mantendo o tom de humor da empresa e avaliando novas contestações com cautela.
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